Disney pode estar interessada também na Netflix

  • ECO
  • 4 Outubro 2016

Depois de se noticiar o interesse da multinacional no Twitter, em Wall Street fala-se da possibilidade de a Disney também comprar a Netflix.

A Disney estará interessada em comprar a Netflix, avança esta terça-feira o Market Watch. Nem a Disney nem a Netflix confirmaram estes rumores e a empresa de streaming diz não comentar nada até ao próximo dia 17 de outubro, altura em que vai anunciar os lucros deste ano, de acordo com a mesma fonte.

Certo é que a Disney está a apostar no streaming, o que faz da Netflix um potencial alvo de negócio. Em agosto deste ano, a empresa norte-americana investiu 890 mil euros (um milhão de dólares) na BAM Tech, uma empresa de vídeo streaming. Já no ano passado, a Disney lançou o DisneyLife, um serviço streaming semelhante ao da Netflix de filmes e séries televisivas.

Twitter também na mira da Walt Disney

Na semana passada, o grupo de entretenimento foi também apontado como um dos potenciais compradores da rede social Twitter, de acordo com a CNBC.

O CEO do Twitter faz parte do Conselho de Administração da Disney e, caso seja apresentada uma proposta formal, o grupo terá de concorrer contra a Google, Microsoft e Salesforce. Depois da divulgação destas notícias, as ações da Disney já caíram 0,4% na passada segunda-feira.

Artigo editado por Mariana de Araújo Barbosa

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Disney pode estar interessada também na Netflix

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião