Gabriela Dias eleita vice-presidente do comité de governance da OCDE

A futura presidente da CMVM foi eleita vice-presidente do comité de corporate governance da OCDE, em representação de Portugal.

A futura líder da CMVM vai também ser a próxima vice-presidente do comité de corporate governance da OCDE. Gabriela Figueiredo dias, foi nomeada na passada terça-feira (15 de novembro), em Paris, para representar Portugal na equipa de gestão daquele organismo que tem como objetivo coordenar e monitorizar a implementação dos princípios de corporate governance nas sociedades cotadas dos países membros.

Gabriela Figueiredo, que ocupa atualmente ainda o cargo de vice-presidente do regulador do mercado acionista português, representa desde 2008 a CMVM e Portugal naquele organismo da OCDE. Em comunicado a CMVM explica que a nova presidente do regulador do mercado de capitais português colaborou nos trabalhos de revisão dos princípios do comité levados a cabo em 2014/2015 e que tem participado também ativamente nos processos de avaliação de candidaturas de países não-membros.

O comité conta com 35 membros permanentes e vários membros associados e convidados, onde se encontram países em fase de candidatura ou que têm a intenção de se candidatar, mas também membros institucionais, como o FMI, o Banco Mundial, a IOSCO, a ESMA, a EU, o BIAC e o TUAC.

Para além de Gabriela Figueiredo Dias, foi nomeado também o novo presidente do comité, o japonês Masato Kanda, bem como o outro vice-presidente, o norte-americano Bill Pelton.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Gabriela Dias eleita vice-presidente do comité de governance da OCDE

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião