Petróleo dispara, euro afunda. Combustíveis sobem

A escalada dos preços do petróleo vai ditar um novo aumento dos preços dos combustíveis nos postos de abastecimento nacionais. A queda do euro vai agravar a subida da gasolina e do gasóleo.

Os preços dos combustíveis vão voltar a subir no arranque da próxima semana. É o resultado da escalada das cotações do petróleo nos mercados internacionais após o acordo para o corte da produção por parte da OPEP a que se juntaram outros países produtores fora do cartel. E o euro em mínimos acentuou o agravamento.

Tanto a gasolina como o gasóleo ficaram mais caros nos mercados internacionais numa semana em que os preços da matéria-prima tocaram máximos de ano e meio, acima dos 55 dólares por barril. O preço médio semanal de ambos os produtos subiu 1,75%, mas isto em dólares. Em euros, aumentaram ainda mais: 2,6%.

Esta variação, resultante dos mínimos de mais de uma década atingido pelo euro (baixou dos 1,05 dólares), vai levar a aumentos de um a 1,5 cêntimos no valor de venda tanto da gasolina como do gasóleo nos postos de abastecimento nacionais no arranque da próxima semana, de acordo com os cálculos do ECO com base em dados da Bloomberg.

Este aumento segue-se a várias semanas de subidas consecutivas dos preços dos combustíveis no mercado nacional. A gasolina está a ser comercializada a um valor médio de 1,42 euros, de acordo com dados da Direção Geral de Energia e Geologia. O gasóleo simples está a ser vendido a um valor de 1,18 euros. Podem subir para 1,435 e perto de 1,20 euros, respetivamente.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Petróleo dispara, euro afunda. Combustíveis sobem

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião