Como vão ser as autárquicas de 2017? Os líderes parlamentares respondem ao ECO

  • , Marta Santos Silva, Raquel Sá Martins e Telmo Fonseca
  • 9 Janeiro 2017

Lisboa e Porto são o foco da atenção mediática nas autárquicas. E este ano ainda mais, tal é a indefinição do principal partido da oposição em ambas as cidades. Por um lado, em Lisboa, Fernando Medina continuou o trabalho de António Costa, as obras estão em andamento e o Metro passa a ser gerido pelo município em fevereiro. Assunção Cristas lançou-se como cabeça-de-lista pelo CDS e Pedro Santana Lopes recuou, com o PSD a mergulhar na indefinição. Se Passos perder as autárquicas sai? Not yet.

No Porto, Rui Moreira cristalizou a sua posição com o apoio do Partido Socialista e CDS. Também na invicta, o Partido Social Democrata continua sem uma candidatura e só uma reviravolta surpreendente traria as duas principais câmaras do país para o lado dos social-democratas. No resto do país, foi notícia de que o PS recuaria em certos locais em detrimento do PCP para não afetar o acordo nacional. E que o PSD e o CDS têm um acordo, com Lisboa ainda em aberto.

Com este panorama em andamento, faltam apenas nove meses para as eleições autárquicas que vão ter de ser em setembro ou outubro, segundo o site da Comissão Nacional de Eleições. Os líderes parlamentares mostram-se confiantes, mas há nuances: o PSD vem de resultado “muito mau” em 2013 e quer recuperar; o PS quer uma vitória que consolide a posição nacional; o BE fala de um novo “corpo de agentes autárquicos”; o PCP vem de um resultado “muito bom” e quer reforçá-lo, assim como o PEV, que em conjunto formam a CDU; por fim, o PAN quer “uma maior cobertura do território, à nossa escala”.

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