ASAE instaura cinco processos-crime por jogo ilegal e detém oito pessoas

  • ECO
  • 14 Janeiro 2017

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou cinco processos-crime e deteve oito pessoas em flagrante delito por exploração e prática de jogo clandestino na zona Norte do país.

Oito pessoas foram detidas em flagrante delito, no Norte do país, por jogo ilegal. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), responsável pelas detenções, abriu ainda cinco processos-crime.

Num comunicado divulgado este sábado, citado pela Lusa, a ASAE conta que desenvolveu nos primeiros dias deste ano ações de fiscalização de combate ao jogo ilegal em estabelecimentos de restauração e bebidas situados na região Norte, concretamente nos concelhos de Amarante, Gondomar, Mondim de Basto, Viana do Castelo e Vila Nova de Gaia.

Na sequência das fiscalizações foram instaurados cinco processos-crime e foram detidas em flagrante delito oito pessoas, que foram constituídas arguidas e que aguardam com termo de identidade e residência os respetivos processos.

A ASAE apreendeu diverso material usado na prática de jogo ilegal, como cinco computadores, duas máquinas de roleta, impressoras, telemóveis e dinheiro, num valor que ronda os 33.500 euros.

Na nota de imprensa, a ASAE informa que vai continuar as ações repressivas em matéria de jogo ilícito.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

ASAE instaura cinco processos-crime por jogo ilegal e detém oito pessoas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião