CGD: Centeno ouvido no parlamento a 18 de janeiro

  • Rita Atalaia
  • 16 Janeiro 2017

Depois de António Domingues, é a vez de Mário Centeno ir à Comissão de Orçamento e Finanças falar sobre a CGD. O ministro das Finanças deve prestar esclarecimentos sobre a saída da administração.

Depois de António Domingues, é agora a vez de Mário Centeno prestar esclarecimentos aos deputados sobre a polémica em torno da saída da administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Assim como o presidente demissionário, o ministro das Finanças não será ouvido na comissão de inquérito à gestão da Caixa. Mas terá de ir ao Parlamento explicar-se, sem estar sujeito às regras de um inquérito parlamentar.

O ministro das Finanças vai a 18 de janeiro, pelas 10h00, à Comissão de Orçamento e Finanças (COFMA), “no âmbito da Caixa Geral de Depósitos”, lê-se no documento publicado no site do Parlamento. Mário Centeno deverá explicar aos deputados se firmou, ou não, algum compromisso escrito com a gestão da CGD para isentá-la da necessidade de apresentar a declaração de rendimentos e património ao Tribunal Constitucional.

Na sua ida à COFMA, António Domingues respondeu a esta polémica. O presidente demissionário da Caixa disse que o que “faço com os meus rendimentos e património já é da minha esfera pessoal”. O ex-presidente da Caixa referiu que “considerava que não se devia aplicar à Caixa o estatuto de gestor público, porque manter esse estatuto significa que o Estado continuava a ter direitos especiais diferentes de um acionista normal e isso iria criar dificuldades”.

O PSD também queria que Domingues e Centeno fossem ouvidos na comissão parlamentar de inquérito à gestão da CGD. Mas a esquerda opôs-se, libertando-os de terem de respeitar as regras de uma comissão de inquérito, como responder obrigatoriamente às questões dos deputados.

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