Seguradora da Sonae compra FlexBen

A MDS comprou 45% de empresa especializada em benefícios flexíveis, passando a cobrir todas as áreas de employee benefits numa parceria com o Grupo Trivalor e a Advantis.

A MDS, corretora de seguros do grupo Sonae, adquiriu 45% da FlexBen, tecnológica portuguesa que desenvolve soluções que permitem às empresas definir os diferentes tipos de benefícios a entregar aos colaboradores. Com esta aquisição a MDS passa a cobrir todas as áreas de employee benefits, numa parceria com o grupo Trivalor (que detém 45% da FlexBen) e a Advantis (que detém 10% da FlexBen).

O CEO da MDS Portugal, Ricardo Pinto dos Santos, afirma em comunicado que: “A MDS, enquanto líder de mercado e um dos principais especialistas em Employee Benefits em Portugal, está empenhada em fornecer sempre os melhores serviços e as soluções mais avançadas aos seus clientes, tendo vindo a estender a sua atividade a áreas complementares. A aquisição da FlexBen, criando uma parceria estratégica com o Grupo Trivalor e a Advantis, vem reforçar a nossa área de seguros de employee benefits e coloca-nos na linha da frente no incontornável tema dos benefícios flexíveis”.

"A aquisição da FlexBen, criando uma parceria estratégica com o Grupo Trivalor e a Advantis, vem reforçar a nossa área de seguros de ‘employee benefits’ e coloca-nos na linha da frente no incontornável tema dos benefícios flexíveis.”

Ricardo Pinto dos Santos

Ceo da MDS Portugal

A MDS adianta ainda que a “solidez acionista da FlexBen permite-lhe explorar novas oportunidades de crescimento” possibilitando “potenciar as mais-valias no mercado nacional e internacional”.

Já Mário Vinhas, deputy executive director da MDS Portugal, adianta: “Os benefícios flexíveis são hoje fundamentais para as empresas na captação e retenção dos seus colaboradores, dando vantagem competitiva às empresas que dispõem deste tipo de soluções. A solução tecnológica disponibilizada pela FlexBen é uma mais-valia para os gestores e responsáveis de recursos humanos, bem como para os próprios colaboradores, já que facilita a gestão de programas de benefícios flexíveis, cada vez mais personalizados”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Seguradora da Sonae compra FlexBen

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião