Administração da Caixa terá menos um gestor que o previsto

  • ECO
  • 12 Abril 2017

Paulo Macedo, que vai esta quarta-feira ao Parlamento explicar os prejuízos da Caixa, deverá contar com menos um gestor do que o previsto. Nova administração do banco terá 15 elementos e não 16.

A administração da Caixa Geral de Depósitos deverá ter 15 elementos e não 16 como estava inicialmente idealizado por Paulo Macedo, adianta esta quarta-feira o Jornal de Negócios (acesso pago), que cita o prospeto da emissão de 500 milhões de euros em dívida perpétua que refere que a instituição está a aguardar a autorização do Banco Central Europeu (BCE) para a entrada de mais três administradores, um executivo e dois não executivos.

No dia em que Paulo Macedo vai ao Parlamento explicar os prejuízos superiores a 1,8 mil milhões de euros relativos a 2016, o jornal refere que era um objetivo do presidente do banco público ter uma equipa com 16 elementos, com igual número de membros executivos e não executivos.

São três os administradores que aguardam neste momento luz verde do supervisor europeu para integrar a gestão da Caixa, deixando a equipa de Macedo reduzida a 15 elementos nesta fase. Carlos Albuquerque, antigo diretor de supervisão do Banco de Portugal, deverá integrar a comissão executiva. Entre os não executivos está Alberto Souto, até há poucos meses jurista do Banco Europeu de Investimento (BEI) e antigo presidente da Câmara de Aveiro, eleito pelo PS, e um gestor estrangeiro com experiência de banca.

Assim, a administração terá oito administradores executivos e sete não executivos, uma situação que deverá dificultar a tarefa de escrutínio da comissão não executiva que se apresentará em menor número.

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