14 mil esperados até ao final de 2017 na rota Lisboa-China

  • ECO
  • 27 Abril 2017

A Beijing Capital Airlines prevê receber a bordo da nova rota Portugal-China 14.000 passageiros até ao final de 2017. O ECO falou com Coral Chen, a diretora-geral da representação espanhola.

A Beijing Airlines vai inaugurar a rota direta entre Lisboa e China, com destino final Hangzhou e a única escala em Pequim. São 14.000 passageiros que se prevê a bordo até ao final do ano. Coral Chen, a diretora geral da representação em Espanha falou com o ECO no âmbito do workshop “O Mercado Chinês — Fidelizar o turista chinês: da Hospitalidade à Comunicação”.

Os aviões vão realizar esta rota três vezes por semana “para começar”. Coral Chen, a diretora-geral da representação em Espanha, diz que um aumento do número de voos “depende do comportamento do mercado”. Todas as quartas, sextas e domingos os portugueses poderão voar até Hangzhou quase sem paragens, sendo a única escala em Pequim.

Os preços dos voos servem vários segmentos. O preço para a classe económica começa nos 300 euros (sem taxas) mas os bilhetes da classe executiva podem chegar aos 16.000 euros (também sem taxas), o preço máximo praticado pela companhia.

Coral Chen acredita num impacto positivo para ambas as economias, chinesa e portuguesa, uma vez que “um voo trará um retorno de oito vezes o investimento” beneficiando sobretudo restaurantes, hotéis, lojas e outros serviços. Na sua perspetiva, os serviços “estão a preparar-se para receber os turistas chineses”, sendo que estes visitantes valorizam sobretudo “um turismo único, que se distinga de outros países”.

Quanto ao aeroporto a utilizar, o novo do Montijo não está nos planos da Beijing Capital Airlines, mas diz que terão de ser os aeroportos a fazer o plano que distribuirá as várias companhias por ambos os espaços.

Independentemente desta questão, a companhia já está no processo de registo para abrir um escritório em Portugal para dar continuidade ao trabalho iniciado com a nova rota. Uma base da companhia em território nacional? “Não, a curto prazo, seria impossível”, afirma Coral Chen.

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