Universidades: Duas portuguesas entre as melhores do mundo para o FT

  • ECO
  • 15 Maio 2017

Universidade Católica Portuguesa e Nova de Lisboa estão entre as melhores de acordo com o jornal britânico Financial Times. A lista foi divulgada esta segunda-feira.

As faculdades de economia da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Nova de Lisboa estão entre as melhores do mundo, segundo o ranking de programas de formação de executivos do jornal britânico Financial Times, hoje divulgado.

No ranking, que combina os dois tipos de formações analisadas – os programas abertos e os programas feitos à medida de empresas –, a Católica Lisbon School of Business and Economics (CLSBE) surge no 44.º lugar na lista de programas abertos e em 45.º no programa feito à medida das empresas. Já a Nova School of Business and Economics (NSBE) está classificada em 57.º lugar no primeiro caso e 62.º, no segundo.

Numa análise apenas aos programas de formação abertos, surge ainda outra faculdade portuguesa, a Faculdade de Economia da Universidade do Porto. A Porto Business School ocupa a 69.ª posição na classificação deste tipo de programa.

Em comunicado, a CLSBE destaca que integra a lista das 50 melhores escolas de economia do Financial Times pelo 11.º ano consecutivo e que, numa perspetiva exclusivamente europeia, está entre as 20 melhores, sendo também uma das dez mais internacionais da Europa.

Para o diretor da faculdade de economia da Universidade Católica Portuguesa, citado no comunicado, a classificação é “um motivo de grande orgulho” e reflete a “forte aposta na internacionalização”.

A faculdade destaca as parcerias estabelecidas entre a Católica Lisbon School e instituições internacionais como o Massachusetts Institute of Technology (MIT), na região de Boston, nos Estados Unidos, ou a universidade de Carnegie Mellon, em Pittsburgh, também nos Estados Unidos.

O ranking analisa as instituições de ensino a partir de informação recolhida junto de alunos e direções das escolas.

Aos alunos é pedido que pontuem os programas de formação de executivos em critérios como preparação, conceção dos cursos, métodos e materiais de ensino, objetivos atingidos e condições das instalações das escolas, entre outros.

As escolas fornecem informação sobre o total de mulheres inscritas nas formações, o número de estudantes internacionais, crescimento e parcerias com outras instituições, entre outros aspetos.

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