Tomás Correia acusado por falta de vigilância a contas de clientes VIP

  • ECO
  • 23 Maio 2017

Banco de Portugal considera que Montepio não identificou Maria Cavaco Silva, Passos Coelho ou José Eduardo dos Santos como Pessoas Politicamente Expostas.

O sistema informático da Caixa Económica Montepio Geral não registou nomes como Maria Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho e o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, como “Pessoas Politicamente Expostas”, levando o Banco de Portugal a acusar a anterior administração do banco, liderada por Tomás Correia, por não ter implementado mecanismos de prevenção ao branqueamento de capitais.

Segundo o Diário de Notícias (acesso livre), esta é uma de duas acusações feitas a Tomás Correia, que atualmente preside à Associação Mutualista Montepio Geral (o principal acionista do banco), no âmbito de dois processos de contraordenação que correm no Banco de Portugal.

No caso da prevenção ao branqueamento de capitais, o processo encontra-se em fase de contraditório, depois de a acusação do supervisor se ter limitado à identificação e descrição de um conjunto de situações após uma auditoria ao banco terminada em 2014.

Segundo a lei, as contas de Pessoas Politicamente Expostas têm de ficar sujeitas a vigilância mais apertada. Agora, a acusação do regulador pode resultar em coimas no valor de milhares de euros.

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