As 8 melhores cidades para conhecer de bicicleta

  • ECO
  • 10 Setembro 2017

Quer conhecer as cidades mais amigas das bicicletas? A momondo reuniu um conjunto de oito destinos, maioritariamente na Europa Central, que apostam continuamente em melhores condições para ciclistas.

O motor de busca para viagens momondo divulgou uma listas das oito melhores cidades para se conhecer sobre duas rodas. Em comunicado, a empresa avança também dados do seu International Travel Survey, onde apurou que apenas 4% dos portugueses gostam de circular de bicicleta em cidades desconhecidas.

A lista é composta por cidades onde a bicicleta tem vindo a adquirir um papel importante nas deslocações diárias dos seus habitantes. Descubra os destinos que pode conhecer… enquanto pedala.

8. Ljublijana, Eslovénia

A capital eslovena tem vindo a apostar nas bicicletas, promovendo veículo de duas rodas como meio principal de transporte diário. A cidade foi reconhecida no ano passado pela UE como sendo a Capital Verde Europeia 2016. O castelo da cidade e o mercado de Vodnikov Trg são alguns dos pontos de interesse a ter em conta.

7. Antuérpia, Bélgica

A cidade belga de Antuérpia apresenta como pontos de interesse a praça do mercado Grote Markt, a Câmara Municipal, bem como a fonte Brabo e o antigo porto no distrito de Het Eilandje. Para os amantes das bicicletas, destaque para as pequenas ruelas, onde costumam circular judeus ortodoxos sobre duas rodas.

6. Bordéus, França

Bordéus, cidade conhecida pelo seu vinho, está atualmente equipada com um sistema de elétricos que veio aliviar o tráfego automóvel. A par do sistema de partilha de bicicletas VCub, andar de bicicleta na cidade francesa tornou-se mais fácil. Pedalar nas margens do rio Garonne, bem como visitar a fonte Miroir d’Eau e a Base Submarina são programas a ter em conta.

5. Malmö, Suécia

A Suécia entra nesta tabela com Malmö, a principal cidade para os ciclistas no país. Pedalar ao longo da praia no Skaniaparken ou aproveitar o Sol nas escadas do Scaniabadet são algumas das propostas para conhecer a cidade, para além do castelo Malmöhus Slott ou da lota de peixe Fiskehoddorna.

4. Estrasburgo, França

De volta a França, Estrasburgo é um dos destinos assinalados pelos recentes investimentos em circuitos e serviços de aluguer de bicicletas. Entre os pontos de interesse, é possível circular pela Grande Ile, visitar a Catedral da cidade e trilhar a Piste des Forts. A cidade é também conhecida pelas casas coloridas e pelo relógio astronómico.

3. Amesterdão, Países Baixos

Amesterdão é já conhecido pelos seus 400 quilómetros de vias para ciclistas. De forma a evitar as movimentadas ruas principais, aplataforma sugere pedalar pela praça de Nieuwmarket e admirar a Ponte Magere sobre o rio Amstel. Os bares no bairro De Pijp são também um ponto de paragem obrigatória.

2. Utrecht, Países Baixos

Ainda na Holanda, a lista contempla a cidade de Utrecht, onde a hora de ponta é marcada por uma “dança completamente sincronizada” entre os ciclistas. A crescente circulação de bicicletas na cidade levou ao planeamento da maior garagem de bicicletas no mundo. Estima-se que a infraestrutura tenha a capacidade de armazenar as 12.500 bicicletas, que atualmente se encontram estacionadas um pouco por toda a cidade.

1. Copenhaga, Dinamarca

A capital dinamarquesa lidera esta lista. Numa cidade onde metade da população circula sobre duas rodas nas suas deslocações diárias, as sugestões passam pela Cykelslangen (Cobra das Bicicletas), os prados de Amager, o bairro de Nørrebro e o parque conceptual Superkilen (na foto). Outro ponto de interesse para os amantes da bicicleta é o eixo Nørrebrogade, onde se concentra o maior fluxo de trânsito de ciclistas na cidade.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

As 8 melhores cidades para conhecer de bicicleta

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião