Nestlé cria milhares de empregos em Cascais

  • ECO
  • 23 Setembro 2017

A multinacional vai abrir, numa primeira fase, 600 postos de trabalho altamente qualificados, um número que deve duplicar na segunda fase.

A Nestlé vai criar milhares de postos de trabalho em Cascais. Um anúncio que será feito por Carlos Carreiras, atual presidente da Câmara de Cascais e candidato da coligação PSD/CDS nas autárquicas. Esta aposta da empresa faz parte de um projeto de reestruturação imobiliário na Quinta da Alagoa, em Carcavelos, que envolve um investimento de 50 milhões de euros e a criação de 2.500 empregos.

Segundo o Expresso [acesso pago], a Nestlé vai abrir, numa primeira fase, 600 postos de trabalho altamente qualificados, um número que deve duplicar na segunda fase para um total de 1.200 empregos. O projeto Quinta da Alagoa, diz o jornal, prevê a transferência da fábrica de material elétrico da Legrand, em Carcavelos, para outra zona do concelho de Cascais. No seu lugar irá surgir um novo complexo que vai avançar com uma remodelação de forma a prepará-lo para outras valências.

Neste sentido, serão instalados, numa área total de 45 mil metros quadrados, espaços destinados a escritórios, residências universitárias, comércio, restauração e serviços, para além de um pavilhão gimnodesportivo. É no espaço dedicado aos escritórios que ficará instalado o novo centro de serviços partilhados da Nestlé. Segundo fonte da autarquia, o novo projeto da empresa em Cascais é feito em parceria com o novo polo da Universidade Nova, que vai abrir em breve a School of Business & Economics, também em Carcavelos.

Ao Expresso, o atual presidente da Câmara de Cascais garantiu que todos os contratos associados a este projeto estarão assinados até ao final do mês de setembro. E que o calendário não teve em conta as eleições do próximo fim de semana. “Andamos nisto há um ano e meio”, conclui.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Nestlé cria milhares de empregos em Cascais

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião