Transportes, livros de atividades e a “guerra” de géneros nas redes

  • Rita Frade
  • 26 Setembro 2017

Homens e mulheres têm sido alvo de discussão durante a semana. Ora por causa dos transportes públicos, ora por causa dos livros de atividades. Será que os direitos do Homem estão em causa?

A semana tem sido marcada por várias polémicas que, embora relativamente diferentes, andam em torno da mesma questão: homens vs. mulheres ou rapazes vs. raparigas.

A primeira surge à volta de uma das propostas de Joana Amaral Dias. A candidata do partido Nós, Cidadãos! à Câmara de Lisboa defende a existência de um espaço exclusivo para mulheres nos transportes públicos, como forma de prevenir o assédio sexual. Ora, a partir do momento em que esta proposta se tornou pública, todo um “buzz” se gerou nas redes sociais: uns a favor, outros contra.

A segunda polémica está relacionada com os livros de atividades para meninos e para meninas que a Porto Editora tinha suspenso no mês passado (por terem cores e exercícios diferentes de acordo com o género) e que agora decidiu colocar novamente à venda.

De acordo com a editora comprovou-se “a não existência de qualquer discriminação”. E, obviamente, não foi preciso muito para que uma nova onda de indignação se gerasse:

No fundo o que está aqui em causa são dois dos direitos fundamentais do Homem: liberdade e igualdade. Liberdade de escolha e igualdade de género. Será que é mesmo preciso criar uma espécie de “apartheid” entre homens e mulheres? Será que estamos perante uma nova guerra de géneros?

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