5 coisas que vão marcar o dia

  • Ana Batalha Oliveira
  • 26 Outubro 2017

Em Frankfurt, anuncia-se a revisão dos estímulos do BCE. Na Catalunha, o parlamento debate a independência. Por todo o mundo ecoam os resultados das grandes empresas.

O Banco Central Europeu deverá apresentar o plano de estímulos. O futuro da Catalunha será decidido no parlamento, onde se discute a resposta ao Artigo 155.º. Em retrospetiva, os investidores são convidados a espreitar os resultados de gigantes da banca, como o Deutsche Bank e da tecnologia, como a Google e Twitter. Por cá, a Novabase decide sobre o retorno extraordinário que poderá dar aos investidores.

BCE põe travão às compras?

Mario Draghi falará em Frankfurt às 13h30 de Lisboa. Os economistas preveem que o presidente do BCE anuncie uma data para o início da redução do programa de compra de dívida tendo em conta que já não existem riscos deflacionistas. Este programa passa atualmente pela compra de obrigações soberanas na ordem dos 60 mil milhões de euros por mês, como forma de puxar pela economia da Zona Euro.

Parlamento catalão discute independência

Os catalães reúnem-se para discutir o próximo passo na independência da Catalunha. Confrontados por Mariano Rajoy, o primeiro-ministro de Espanha, com a intenção de aplicar o Artigo 155.º, o qual retira a independência à Catalunha e antecipa as eleições na região, os catalães preparam a resposta.

E as empresas: fazem o termómetro disparar?

Quinta-feira são conhecidos os resultados das gigantes tecnológicas. Twitter, Google e Alphabet partilham a data de apresentação dos resultados relativos ao terceiro trimestre. Da parte da banca, são o Deutsche Bank, o Barclays e o Santander a prestar contas aos investidores. A retalhista Amazon é outro dos destaques.

Novabase dá mais uma “fatia” aos acionistas

Esta quinta-feira há assembleia geral extraordinária na Novabase. Já depois do fecho dos mercados, pelas 17h30, vai ser votada a proposta de distribuir reservas e resultados acumulados no valor de 15 milhões de euros pelos acionistas — isto é, 50 cêntimos por ação.

E o turista, vai bem?

O INE vai divulgar os dados da procura turística dos residentes, relativa ao segundo trimestre de 2017. No primeiro trimestre, os portugueses fizeram quatro milhões de viagens, o que representou um aumento de 6% face ao mesmo período do ano passado. As viagens para o estrangeiro também estão a aumentar, mas são as de curta duração que continuam como a grande preferência dos portugueses.

 

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