Seguradoras querem fundo contra catástrofes e novo produto de poupança

  • ECO
  • 29 Outubro 2017

O novo fundo deveria responder a danos extremos, como cheias ou incêndios. Além disso, a Associação Portuguesa de Seguradores também defende um novo produto de poupança com benefício fiscal.

O presidente da Associação Portuguesa de Seguradores entende que se deve criar um fundo contra grandes catástrofes, para responder a danos extremos como cheias ou incêndios.

José Galamba de Oliveira defende, em entrevista ao Jornal de Negócios e Antena1, que este fundo podia ser criado com contribuições do setor e dá o Exemplo de Espanha. “São fundos que normalmente têm contribuições do próprio setor segurador através por exemplo dos seguros de incêndios, que podem fazer uma contribuição para esses fundos”, diz.

O líder da APS também diz que é preciso incentivar a poupança a longo prazo e por isso defende a criação de um novo produto que se aproxime dos PPR. José Galamba de Oliveira refere então que “faz sentido equacionar um novo PPR”, internamente denominado PIR, ou seja, um Plano Individual de Reforma.

“Mas é um novo PPR, mais uma vez virado para a reforma, as pessoas põem ali o dinheiro e ele fica lá até à sua idade de reforma”, avança. Este PIR deve ser um produto de longo prazo, mas com benefício fiscal anual. A ideia já foi apresentada ao Governo, nota o responsável.

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