Eurogrupo: Candidato eslovaco pede mais representatividade para novos Estados-membros

  • Lusa
  • 4 Dezembro 2017

“A Europa não é só o equilíbrio entre norte e sul, é também o equilíbrio de oportunidades entre os novos e os antigos Estados-membros”, disse o candidato à presidência do Eurogrupo, Peter Kazimir.

O ministro das Finanças da Eslováquia e candidato à presidência do Eurogrupo, Peter Kazimir, considerou que os novos Estados-membros da União Europeia (UE) estão sub-representados nos lugares de topo das instituições comunitárias.

“Quando olhamos para o mapa político da UE vemos como estão infra representados os novos Estados-membros”, disse Kazimir, à entrada para a reunião do Eurogrupo, em Bruxelas, na qual vai ser escolhido o próximo presidente do fórum.

Quando olhamos para o mapa político da UE vemos como estão infra representados os novos Estados-membros.

Peter Kazimir

Ministro das Finanças da Eslováquia

A Europa não é só o equilíbrio entre norte e sul, é também o equilíbrio de oportunidades entre os novos e os antigos Estados-membros”, acrescentou.

Kazimir e Mário Centeno são dois dos quatro candidatos à substituição do holandês Jeroen Dijsselbloem, sendo o português oficialmente apoiado pelo Partido Socialista Europeu, família a que os governos eslovaco e português integram.

Os 19 membros da área do euro vão escolher na tarde de segunda-feira o presidente do Eurogrupo, tendo quatro ministros apresentado na semana passada as suas candidaturas: Mário Centeno, o luxemburguês Pierre Gramegna, o eslovaco Peter Kazimir e a letã Dana Reizniece-Ozola. Dos novos Estados-membros, só a Polónia tem um nacional num lugar de topo: Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu.

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