Simpsons previram a compra da Fox pela Disney… em 1998

  • ECO
  • 15 Dezembro 2017

A Disney comprou a Fox. O negócio foi fechado esta semana, mas há muito que já tinha sido previsto. Foi há 19 anos que um episódio dos Simpsons antecipou a operação.

Os Simpsons já tinham previsto que Donald Trump chegaria à Casa Branca, mas antes disso, num episódio que foi para o ar a 8 de novembro de 1998, a série norte-americana antecipava já algo que só aconteceu agora: a compra da Fox pela Disney que acabou por acontecer agora, 19 anos depois.

Foi no episódio “When You Dish Upon a Star”, transmitido a 8 de novembro de 1998 que a previsão — mais uma previsão acertada dos Simpsons — apareceu nos pequenos ecrãs.

Nesse episódio, surgia uma imagem em que por baixo do logo da 20th Century Fox estava escrito: “Uma divisão da Walt Disney”. Uma previsão que foi confirmada esta semana.

O acordo de compra da maioria da 21st Century Fox pela Disney está fechado. Rupert Murdoch decidiu vender a empresa por 52,4 mil milhões de dólares (pouco mais de 44,5 mil milhões de euros) à gigante do entretenimento infantil.

A operação inclui uma participação acionista de 39% na televisão britânica Sky, os estúdios cinematográfico e televisivo da 21st Century Fox, e as ações detidas pela Fox no serviço de streaming Hulu.

Com esta transação, alguns dos produtos de entretenimento mais populares da Fox — como o Avatar, a série Os Simpsons, o X-Men e a série Uma Família Muito Moderna — passam a fazer parte do portefólio da companhia que criou Frozen – O reino do gelo (2013). Sob controlo da Disney ficam, também, o FX e o National Geographic.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Simpsons previram a compra da Fox pela Disney… em 1998

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião