Se Rio ganhasse, “Costa estava nas suas sete quintas”

  • ECO
  • 12 Janeiro 2018

"Eu vim para mudar o país por causa de António Costa", afirma Santa Lopes, discordando da posição do seu opositor na corrida à liderança do PSD.

A dias das eleições para a liderança do PSD, nas quais enfrenta Rui Rio, Santana reforça em entrevista que não pretende aliar-se a Costa e critica o opositor pela posição que tem nesta matéria.

Se Rui Rio fosse eleito — espero que tal não aconteça — António Costa estava nas suas sete quintas“, diz Santana ao Público (acesso pago). O candidato à liderança do PSD discorda da posição de Rio, que afirmou que se o PS ganhar as eleições com minoria, não fecha a porta a coligações, a bem das “boas relações” entre partidos.

Eu vim para mudar o país por causa de António Costa

Santana Lopes

Candidato à liderança do PSD

Santana assume uma postura mais intransigente: “Eu vim para mudar o país por causa de António Costa”, afirma, embora diga que não pretende centralizar “os males todos” nos seus opositores políticos. “Quero é fazer no país aquilo em que acredito“, esclarece.

Uma das questões com as quais se mostra em desacordo é a legislação laboral. “Se voltamos agora a mexer em matérias como a precariedade, a contratação coletiva está em cima da mesa, os bancos de horas… onde é isto nos leva? A afugentar os investidores”, assinala. Na sua opinião, “Temos de fazer tudo para facilitar o investimento, a confiança em Portugal”.

Santana comentou ainda um assunto que tem estado na ordem do dia: o futuro de Joana Marques Vidal à frente da Procuradoria Geral da República e a participação da Santa Casa no Montepio. Elogia a procuradora-geral da República e defende a renovação do mandato. “Se a questão se pusesse neste momento, com certeza que sim [deveria continuar]”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Se Rio ganhasse, “Costa estava nas suas sete quintas”

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião