Incêndios: BEI e BCP juntam-se para financiar empresas afetadas

  • ECO
  • 25 Janeiro 2018

O montante de 150 milhões de euros junta-se aos 500 mil entregues pelo banco europeu ao fundo Revita e aos 440 mil doados pelo BCP.

Román Escolano, vice-presidente do BEI, e João Nuno Palma, vice-presidente executivo do Millennium bcp.DR

O Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Millennium BCP assinaram esta quinta-feira um acordo para o financiamento de 150 milhões de euros para as empresas afetadas pelos incêndios no norte e centro do país em 2017. Este montante junta-se aos 500 mil euros entregues pelo banco europeu ao fundo REVITA, uma doação que foi em parte angariada pelo staff do banco, e aos 440 mil doados pelo BCP.

Em comunicado enviado às redações, o BEI anunciou que vai concedeu um empréstimo de 75 milhões de euros ao banco liderado por Nuno Amado, para que este possa garantir financiamento às empresas com condições mais vantajosas. O BCP comprometeu-se a igualar o valor do empréstimo.

“Como banco da União Europeia, é com satisfação que concluímos este acordo que demonstra um forte compromisso em apoiar os cidadãos portugueses após as tragédias que abalaram o país. Estamos confiantes que este empréstimo vai contribuir para uma recuperação mais rápida da economia nas áreas afetadas, promovendo o crescimento e o emprego”, considerou Román Escolano, o vice-presidente do BEI, na cerimónia.

Da parte do BCP, e pela voz de João Nuno Palma, vice-presidente executivo do BCP, fica dada a garantia que uma solução “para a aquisição de equipamento, reconstrução de instalações ou para contração de mão-de-obra, permitindo acelerar a recuperação da atividade das companhias afetadas pelos incêndios que devastaram o país em 2017”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Incêndios: BEI e BCP juntam-se para financiar empresas afetadas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião