Futuro sorridente para mercados online de luxo. Vendas devem triplicar

  • ECO
  • 12 Março 2018

Apesar dos sites das próprias marcas de luxo ainda liderarem as vendas, a consultora McKinsey prevê que os mercados online assumam a dianteira até 2025.

Há boas notícias para os mercados online de produtos de luxo. A consultora McKinsey prevê que as suas vendas mais do que tripliquem até 2025, atingindo os 74 mil milhões de euros (em contraste com os 20 mil milhões de euros atuais). Entre os exemplos destes negócios aos quais o futuro está a sorrir está a portuguesa Farfetch.

No estudo “A idade do Darwinismo digital“, a consultora norte-americana reporta que, apesar dos sites próprios das marcas serem hoje responsáveis pela maior parte das vendas, os mercados em causa estão já nos seus calcanhares. Mais, estão mesmo a crescer mais depressa do que os primeiros.

De acordo com Antonio Achille, sócio da McKinsey e líder do seu departamento de luxo, o que distingue estes negócios é a sua “capacidade de oferecerem uma seleção curada sem o risco de terem o inventário total”, já que grande parte dos produtos que vendem não são na realidade seus.

Vendas online ganham terreno

Deste modo, a consultora enfatiza que os modelos que prosperarão no futuro serão aqueles que podem ser facilmente escalados, são ágeis e beneficiam de significativa flexibilidade tecnológica.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Futuro sorridente para mercados online de luxo. Vendas devem triplicar

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião