Uma berlina? Um coupé? O melhor dos dois num 508

No meio de tanto SUV, a Peugeot decidiu dar nova vida ao segmento das berlinas, mas com um twist. O novo 508 é um automóvel que quer ser a fusão de uma berlina com um coupé.

Numa altura em que os SUV dominam, a Peugeot, uma das fabricantes que mais aposta nos SUV, decidiu atacar as marcas premium no seu segmento primordial, o das berlinas. Para isso, lançou o 508, que iniciará a sua comercialização, a nível internacional, a partir do mês de setembro. O automóvel quer ser a fusão de uma berlina com um coupé, com um design que não deixará muitos indiferentes.

A ambição dos designers da marca foi a de “passar de uma silhueta clássica de quatro portas com um volume de bagageira para uma morfologia de berlina/coupé de cinco portas, ao melhor estilo fastback“, diz a Peugeot. Nesse sentido, o 508 cresceu em todos os sentidos, menos num: é um automóvel baixo – com apenas 1,40 metros.

Para complementar esse look mais desportivo — a que não falta as portas sem moldura –, a marca não teve meias medidas tanto no desenho da dianteira como na traseira. Uma grelha de grandes dimensões faz a ligação entre as “óticas Full LED, inspiradas no mais recente concept car da marca. “Estas luzes enquadram a frente do automóvel numa espécie de parêntesis, alongando-se dos grupos óticos dianteiros às entradas de para-choques”.

Na traseira, encontramos uma faixa horizontal em preto brilhante, enquadrada pelas óticas traseiras, uma característica da expressividade da secção traseira dos mais recentes modelos da Peugeot. “Mas o que se nota de imediato são as óticas traseiras Full LED tridimensionais”, que acentuam o lado mais agressivo da marca do leão.

Interior futurista

A Peugeot criou uma berlina que, esteticamente, tem todos os condimentos para conquistar os clientes das marca premium, mas também pisca o olho a clientes mais jovens. E se no exterior convence, no interior não desilude. É futurista quanto baste.

O i-Cockpit já utilizado noutros modelos está também presente no 508, aqui com um grande ecrã tátil HD capacitivo com 10 polegadas de largura, com formato 8:3, juntamente com um painel de instrumentos tipo head-up display, digital e de alta resolução com 12,3 polegadas.

No tablier, o ecrã central tátil é acompanhado por um conjunto de 7 toggle switches que possibilitam um acesso direto às principais funções de conforto: rádio, climatização, navegação, parâmetros do veículo, telefone, aplicações móveis. Uma série de funções a que se juntam outras, nos bancos. É que além das regulações elétricas, os bancos dianteiros podem ter um sistema de massagem pneumática. Há cinco programas diferentes.

(Quase) tudo com caixa automática

Os 508, que chegam depois do verão, terão quase todos caixa automática de oito velocidades de funcionamento elétrico por impulsos — com patilhas no volante. E com a nova geração Euro 6.2d de motores PureTech e BlueHDi “para alcançar valores de emissões de CO2 best in class”, diz a fabricante francesa.

Na oferta a gasolina, são duas as novas propostas elaboradas com base no motor 1.6 PureTech que tanto poderá ter 180 como 225 cv, sendo que a versão mais potente estará disponível apenas na versão GT. “Associada a modo sport da suspensão pilotada, esta proposta assegura o brio e a capacidade de resposta dignos da assinatura GT”, refere a fabricante.

Na gama diesel, estão disponíveis quatro opções construídas com base nas motorizações 1.5 e 2.0 BlueHDi. No caso do bloco 1.5, haverá o BlueHDi 130 cv CVM6, que constitui o acesso à gama e a única versão com caixa mecânica de seis velocidades, e o BlueHDi 130 cv EAT8. O 2.0 estará disponível com potências de 160 e 180 cv.

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