PREVPAP: Autarquias abriram concursos para mais de 5.000 trabalhadores

  • Cristina Oliveira da Silva
  • 23 Maio 2018

De acordo com a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, a administração local abriu 2.306 procedimentos concursais, para 5.642 postos de trabalho, no âmbito do PREVPAP.

As autarquias já abriram 2.306 procedimentos concursais, para 5.642 postos de trabalho, no âmbito do programa de regularização de vínculos precários. Os dados foram apresentados esta quarta-feira pela secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Fátima Fonseca.

Em termos agregados, “na administração local já foram abertos 2.306 procedimentos concursais no âmbito do PREVPAP para regularizar a situação de 5.642 postos de trabalho”, afirmou a governante perante os deputados da comissão parlamentar de Trabalho e Segurança Social.

Antes, o ministro das Finanças já tinha indicado dados mais gerais do programa. Esta semana estão deliberados 11.575 pareceres favoráveis pelas Comissões de Avaliação Bipartida e homologados 6.679, referentes à administração direta e indireta. Os serviços já estão a preparar a abertura de procedimentos concursais respetivos, vincou ainda Centeno. De acordo com o ministro, 167 concursos já estão abertos.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

PREVPAP: Autarquias abriram concursos para mais de 5.000 trabalhadores

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião