Donald Trump e Kim Jong-un já estão em Singapura

Donald Trump e Kim Jong-un chegaram mais cedo a Singapura. A reunião entre os líderes está marcada para terça-feira, num momento histórico, que deverá ficar marcado pela desnuclearização.

Donald Trump e Kim Jong-un já estão em Singapura. Após três meses de preparativos (mercados por avanços e recuos), os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte estão agora prontos para para se reunirem. A cimeira histórica deverá acontecer esta terça-feira.

De acordo com a imprensa local, Kim Jong-un aterrou no aeroporto de Changi, Singapura, pouco depois das 15h00 locais (8h00 de Lisboa). O aeroporto, tal como toda a cidade de Singapura, está rodeado de medidas de segurança.

Donald Trump chegou um pouco mais tarde ao mesmo país, acompanhado de Mike Pompeo (secretário de Estado), John R. Bolton (Conselheiro de Segurança Nacional) e John Kelly (chefe de Gabinete da Casa Branca), avança a Bloomberg.

A organização do encontro entre Trump e Kim Jong-un foi uma corrida contra o tempo — com uma frenética atividade diplomática em Washington, Singapura, Pyongyang e na fronteira entre as duas Coreias –, em que houve anúncios, ameaças, cancelamentos e retratações surpreendentes.

A cimeira desta terça-feira deverá ficar marcada pelo tema da desnuclearização: o Presidente dos Estados Unidos quer o completo e irreversível desmantelamento das armas deste tipo detidas pela Coreia do Norte, enquanto que Kim exige o fim da proteção concedida pelos Estados Unidos ao Japão e à Coreia do Sul. Jong-un e Trump vão reunir-se sozinhos, apenas com o auxílio dos seus tradutores.

Donald Trump e Justin Trudeau estão de costas viradas.Andrew Harrer/Bloomberg

Trump ataca Trudeau e isola-se

A menos de 24 horas do encontro com o líder da Coreia do Norte, a administração de Donald Trump decidiu atacar um dos seus parceiros mais próximos, o Canadá. Um dos conselheiros económicos da Casa Branca acusou, esta segunda-feira, Justin Trudeau de ter “apunhalado pelas costas” os Estados Unidos.

Donald Trump ficou assim isolado, num dos momentos mais delicados do seu mandato, sublinha o The New York Times. Isto depois de retirado o seu apoio ao relatório final do G7 e de ter, consequentemente, recolhido críticas não só do Canadá, mas também da Alemanha e de França, que o acusam de “inconsistência” e consideram a sua decisão “um insulto”.

Putin disponível para encontro com Trump

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse este domingo estar pronto para se encontrar com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, assim que os Estados Unidos “estiverem prontos” para a reunião.

“Assim que o lado do norte-americano estiver pronto, esse encontro acontecerá, mediante a minha agenda”, declarou Vladimir Putin, que falava aos jornalistas à margem da Organização de Cooperação de Xangai, na cidade portuária de Qingdao, norte da China.

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