Hoje nas notícias: Mundial, vistos gold e Pinho

  • ECO
  • 14 Junho 2018

O Mundial 2018 continua a dar que falar, mas há outras notícias em destaque esta quinta-feira. O BE quer acabar com os vistos gold e o Ministério Público avança com novas suspeitas contra Pinho.

O Governo vai gerir com cuidado as presenças no Mundial 2018, um tema que domina as capas de todos os jornais. E o Bloco de Esquerda quer acabar com os vistos gold. No âmbito do caso EDP, o próximo passo da investigação são os projetos PIN aprovados pelo Governo de José Sócrates nos quais o Grupo Espírito Santo tivesse um interesse direto. Veja as notícias que marcam esta quinta-feira.

Mundial: Depois da polémica das viagens pagas, Governo vai gerir presenças com máximo cuidado

O Mundial 2018 tem sido destaque um pouco por toda a comunicação social. Esta quinta-feira, o Jornal de Negócios escreve que o Governo vai gerir com máximo cuidado a presença dos seus membros em jogos. A ordem é para seguir à risca o Código de Conduta, depois da polémica em torno das viagens pagas pela Galp. Dos ministérios das Finanças e da Presidência, nenhum governante estará presente em jogos. Leia mais aqui. (acesso pago)

Bloco quer eliminar vistos gold. Só nove foram para criar emprego

O Bloco de Esquerda quer acabar com os vistos gold e já entregou um projeto de lei nesse sentido. De acordo com o deputado José Manuel Pureza, “esta figura dos vistos gold apresenta um conjunto de traços profundamente negativos”. E adianta ainda que apenas nove pedidos de vistos, em mais de 5.700, foram para a criação de emprego. Veja mais no Diário de Notícias.

Ministério Público avança com novas suspeitas contra Pinho

A classificação como Projeto de Interesse Nacional (PIN) da Herdade da Comporta e da Plataforma Logística do Poceirão vão ser vistos à lupa. O próximo passo da investigação do caso EDP são os projetos PIN aprovados pelo Governo de José Sócrates nos quais o Grupo Espírito Santo tivesse um interesse direto. A notícia é da revista Sábado. (acesso pago)

David Justino defende que o tempo de carreira dos decentes “deve ser respeitado”

David Justino entende que o tempo de carreira dos docentes deve ser respeitado e diz que, pelas suas contas, esta reposição custa “só” 400 milhões de euros, ou “talvez um pouco mais”, não 600. “Agora, o problema não está nisso, está no como repor gradualmente essa progressão”, acrescenta, recordando que a FNE propôs um processo gradual até 2023. “Essa é a parte negociável, não é o tempo. O tempo é um adquirido, portanto deve ser respeitado”, diz o vice-presidente do PSD. Leia a entrevista na Rádio Renascença.

Há menos alunos mas mais professores nas escolas

No espaço de um ano, entre 2015/2016 e 2016/2017, houve menos 20.281 alunos nas escolas do ensino não superior de Portugal continental. Já o número de professores registou um aumento de 3.228, indicam os dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC). O número de alunos tem vindo a cair desde o ano letivo 2007/2008, devido à descida da natalidade — e só não é mais expressiva a quebra por causa do alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, efetiva a partir de 2012/2013. Veja a notícia no Público. (acesso condicionado)

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