Há 30 cursos superiores que garantem emprego a recém-diplomados

  • ECO
  • 6 Julho 2018

A taxa de desemprego para os alunos que tiraram um curso numa instituição pública é de 5,5%, aumentando para 5,7% para os que frequentaram o ensino privado.

Há 30 cursos superiores que têm uma taxa de desemprego entre os recém-licenciados de 0%, sendo que 20 fazem parte do ensino privado e dez do ensino público. A nível nacional, há menos recém-diplomados do ensino público no desemprego face aos últimos anos, de acordo com o portal Infocursos, citado pelo Público (acesso condicionado).

Com a fase de acesso ao ensino superior à porta, poderá ser uma boa opção analisar esta lista de cursos com uma taxa de desemprego de 0%: licenciatura em Tradução e Interpretação de Português/Chinês e Chinês/Português, do Politécnico de Leiria; três licenciaturas em Teologia da Universidade Católica Portuguesa; os seis mestrados integrados de Medicina que existem no país.

Para além destes, os três cursos de Enfermagem — Escola Superior de Saúde Egas Moniz, Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa e Instituto Politécnico de Setúbal –; Ciências do Mar, da Universidade de Aveiro; Meteorologia, Oceanografia e Geofísica, da Universidade de Lisboa ou ainda Música, variante de Execução, do Politécnico de Lisboa, também apresentação o mesmo nível de empregabilidade. Estes são alguns dos exemplos.

De acordo com a Direção-Geral do Ensino Superior e a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, a taxa de desemprego para os alunos que frequentaram um curso numa instituição pública é de 5,5%, aumentando para 5,7% para aqueles que frequentaram o ensino privado. Relativamente a 2016, isto representa uma melhoria no caso do público (7,2% na altura) e um agravamento no caso do privado (5,4% na altura).

Arquitetura, Comunicação Multimédia e Educação Ambiental — respetivamente da Universidade de Évora, do Politécnico da Guarda e do Politécnico de Bragança –, aparecem com as taxas de desemprego entre recém-diplomados mais altas: 22% ou mais. Há, no total, 43 cursos com taxas de desemprego de 15% ou mais.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Há 30 cursos superiores que garantem emprego a recém-diplomados

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião