Lisboa contraria tendência europeia e fecha a cair. Sonae pesou depois da mudança de CEO

  • ECO
  • 18 Julho 2018

A praça lisboeta terminou o dia no vermelho, com a Sonae a pesar depois da mudança na liderança na Sonae. A Raize brilhou na estreia.

A bolsa de Lisboa contrariou as tendências positivas europeias, ao terminar no vermelho. A Sonae pesou no índice português, depois da mudança na liderança, e o setor energético e a Mota-Engil acompanharam a queda.

Depois de duas sessões a subir, o PSI-20 fechou o dia a cair 0,27% para os 5.623,32 pontos. Das dezoito cotadas, apenas quatro subiram, três ficaram inalteradas, a Ramada, a Semapa e a REN e, as restantes desceram.

A liderar as perdas ficou a Mota-Engil, que deslizou 2,50% para os 2,92 euros. Mas o destaque vai para a Sonae, que derrapou 0,43% para os 93 cêntimos, depois da mudança na liderança, com a saída de Paulo Azevedo e a entrada de Cláudia Azevedo.

As quedas foram transversais aos pesos pesados. O setor energético deslizou mesmo depois dos anúncios de aumento da produção, com a EDP a cair 0,52% para os 3,45 euros, e a EDP Renováveis a descer 0,28% para os 8,97 euros.

A petrolífera Galp Energia viu as ações cair 0,21%, para os 16,8 euros, e o retalhista Jerónimo Martins caiu 0,12% para os 13 euros.

A Ibersol destacou-se pela positiva, a subir 1,39% para cotar nos 10,35 euros. O BCP também se manteve no verde, com ganhos de 0,38% para os 26 cêntimos. A recém-chegada plataforma de crowdfunding Raize, que começou esta quarta-feira a negociar na bolsa, conseguiu terminar o dia a ganhar 19%, a cotar nos 2,38 euros.

Nas praças europeias o dia foi de ganhos, com as principais a negociar no verde. O CAC 40 subiu 0,46%, o IBEX 35 cresceu 0,35% e o DAX aumentou 0,82%.

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