Hoje nas notícias: Ryanair, salário mínimo e professores

  • ECO
  • 25 Julho 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Os incêndios na Grécia enchem as capas de praticamente todos os jornais nacionais, esta quarta-feira. O balanço mais recente indica que, pelo menos, 77 pessoas perderam a vida nestes fogos, estando quase duas centenas feridas. Há ainda dezenas de desaparecidos. O dia vai ser ainda marcado pela greve dos tripulantes de cabine da Ryanair, que promete deixar 50 voos com partida ou chegada a Portugal em terra. Além da Rádio Renascença, o Observador e a TSF também identificam o que está em jogo e adiantam como fintar as perturbações.

De Lisboa para o Porto, Rui Moreira foi queixar-se ao Presidente da República por causa dos atrasos sentidos no processo do Infarmed. De Marcelo a Costa, o Governo já praticamente cumpriu a meta de financiamento junto do retalho deste ano. No que diz respeito ao emprego, também há boas notícias, com a maioria dos novos postos a oferecerem mais de 580 euros mensais. E por falar em trabalho, há mais de mil vagas para professores ainda por preencher.

Maioria do emprego criado até março ficou acima do salário mínimo

A maior parte dos novos postos de trabalho criados no arranque de 2018 ficou acima do salário mínimo nacional. No primeiro trimestre do ano, estavam mais 146.384 trabalhadores declarados à Segurança Social do que no período homólogo, estando apenas 36.900 destes a receber 580 euros mensais, isto é, apenas 25,2% ganhavam o salário mínimo nacional. Essa percentagem representa uma redução significativa face aos primeiros três meses de 2017, período em que 73,9% dos novos empregos ofereciam a remuneração mínima. Leia a notícia na íntegra no Público (acesso condicionado).

Greve dos tripulantes de cabine da Ryanair começa hoje

Esta quarta-feira começa a greve dos tripulantes de cabine da Ryanair, estando previsto o cancelamento de até 50 voos diários com partida ou chegada a Portugal, ao longo dos próximos dias. Segundo a transportadora irlandesa, os passageiros afetados já foram notificados por SMS, estando à sua disposição o reembolso total das passagens ou o seu reagendamento. “A Ryanair pede as mais sinceras desculpas aos clientes afetados por estas perturbações, as quais tentámos a todo o custo evitar”, afirmou em comunicado Kenny Jacobs, diretor de marketing da companhia irlandesa. Leia a notícia na íntegra na Rádio Renascença (acesso livre).

Governo já captou toda a poupança que queria dos portugueses

As metas estão praticamente cumpridas em termos de financiamento junto do retalho este ano. Os instrumentos de poupança do Estado para particulares permitiram ao Tesouro captar mais de 1.700 milhões de euros, ou seja, um valor em linha com o objetivo definido para o conjunto do ano. O campeão das preferências dos portugueses foram as Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV) que nas suas várias emissões a procura excedeu sempre a oferta. Assim, em vez de 750 milhões que a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) pretendia captar em 2018, já arrecadou mil milhões. Já ao nível dos certificados as metas ainda não estão cumpridas. Os Certificados do Tesouro Poupança Crescimento (CTPC) já bateram os 750 milhões de euros inscritos no Orçamento do Estado. Só os certificados de aforro falham o objetivo porque mantêm a tendência de resgate. Leia a notícia na íntegra no Jornal de Negócios (Acesso pago).

Escolas ficaram com 1.230 vagas por preencher

As escolas têm 1.230 vagas que nenhum professor quis ocupar, segundo os dados do Ministério da Educação. E é em Lisboa e Setúbal que estão metade destes lugares. Este foi o resultado da repetição do concurso interno que se destina a professores de carreira que querem mudar de escola e ao qual se candidataram 30.580 docentes. Mas nem todas as vagas foram ocupadas. Por outro lado, o Ministério revelou que 3.500 professores entraram para o quadro: 2084 docentes foram vinculados através de um concurso extraordinário e 1236 entraram pela chamada norma-travão (isto é, por terem concluído três contratos anuais e completos sucessivos). Leia a notícia na íntegra no Diário de Notícias (Acesso livre).

Rui Moreira foi queixar-se a Marcelo do processo do Infarmed

O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, foi recebido, esta terça-feira, pelo presidente da República. No encontro, o autarca queixou-se da forma como está a ser conduzido o processo de eventual transferência do Infarmed para o Porto. Segundo Rui Moreira este é um bom exemplo de como o processo de descentralização de competência está a funcionar mal. “Andamos há tanto tempo, há mais de um ano a discutir com comissões e mais opiniões. Então não vale a pena andar a falar de descentralização porque de facto não há poder”, disse o autarca aos jornalistas, aproveitando para criticar também a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) a quem acusa de boicote. Leia a Notícia na íntegra no Jornal de Notícias (Acesso pago).

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