Revista de imprensa internacional

A Argentina pediu ao FMI uma antecipação de fundos, depois da queda do peso. Nos EUA, Reino Unido e Alemanha foi emitido um alerta para o risco que os cidadãos correm caso viagem para a Catalunha.

Na Argentina, o Presidente Mauricio Macri pediu ao FMI uma antecipação de fundos, depois de uma nova desvalorização da moeda. Já nos EUA, Reino Unido e Alemanha foi emitido um alerta aos cidadãos para o risco que correm caso viagem para a Catalunha nos próximos dias. Ainda em Inglaterra, a venda de bebidas energéticas a crianças vai deixar de ser permitida.

Financial Times

FMI revê ajuda assistência financeira à Argentina após desvalorização do peso

O Fundo Monetário Internacional (FMI) concordou em rever os termos do seu pacote de resgate à Argentina, que estabelece uma ajuda de 50 mil milhões de dólares. A decisão ocorre na sequência da maior queda, em quase três anos, da moeda argentina, o peso. Christine Lagarde, diretora geral do FMI, disse que iria “reexaminar a fase do programa financeiro”, depois de o Presidente argentino, Mauricio Macri, pedir à entidade que liberte antecipadamente parte dos fundos do resgate.

Leia a notícia completa em Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

El País

EUA, Reino Unido e Alemanha alertam os cidadãos para risco de visitar a Catalunha

Os governos de Donald Trump, Theresa May e Angela Merkel comunicaram aos seus cidadãos que, neste momento, viajar para a Catalunha pode ser bastante perigoso. De acordo o El País, o alerta acontece na sequência das novas tensões e mobilizações que podem ter lugar em terras catalãs, sobretudo num momento em que se aproxima o 11 de setembro, dia em que faz 17 anos que ocorreram os ataques terroristas às Torres Gémeas.

Leia a notícia completa em El País (acesso livre, conteúdo em espanhol).

The Guardian

Governo inglês proíbe venda de bebidas energéticas a crianças

Em Inglaterra, a venda de bebidas energéticas foi proibida às crianças devido às preocupações com a saúde, uma vez que se trata de bebidas com valores muito elevados de cafeína e açúcar. Deste modo, foi proibida a venda de bebidas como o Red Bull, o Monster Energy, entre outras.

Leia a notícia completa em The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês).

Reuters

Trump não quer gastar dinheiro em “jogos de guerra” com Coreia do Sul

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, elogiou a relação que tem mantido com o líder norte coreano, Kim Jong Un, dizendo que não há qualquer motivo para gastar dinheiro em “jogos de guerra” com a Coreia do Sul. Numa série de mensagens no Twitter, definidas como um “comunicado da Casa Branca”, Trump explicou que a relação com o Kim Jong Un é “boa e calorosa”, no entanto avisou também que poderá relançar os exercícios militares “maiores de sempre”.

Leia a notícia completa em Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

Business Insider

Apple compra startup que desenvolve lentes para óculos de realidade aumentada

No mundo da tecnologia, a Apple adquiriu uma startup focada em fazer lentes para óculos de realidade aumentada. Num comunicado, a empresa da maçã anunciou que adquiriu a Akonia Holographics, explicando que “a Apple compra empresas menores de vez em quanto” e que não é hábito “discutir os propósitos dos planos” publicamente. No ano passado, a Bloomberg tinha já dado conta de que a empresa cofundada por Steve Jobs poderia estar a desenvolver uns óculos de realidade aumentada, prevendo que fossem lançados em 2020. No entanto, na altura, a Apple não quis comentar o novo produto.

Leia a notícia completa em Business Insider (acesso livre, conteúdo em inglês).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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