EDP Renováveis reforça no Brasil. Vai construir mais dois parques eólicos

A empresa liderada por Manso Neto contratos de longo-prazo são relativos a energia renovável que irá ser produzida por dois parques eólicos a serem instalados no Rio Grande do Norte.

A EDP Renováveis assegurou, através de leilão, novos contratos de aquisição de energia (CAE) a 20 anos para a venda de eletricidade no mercado regulado brasileiro. Neste âmbito, vai construir dois novos parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte, no Brasil.

“Os contratos de longo-prazo são relativos a energia renovável que irá ser produzida por dois parques eólicos a serem instalados no estado Brasileiro de Rio Grande do Norte, nomeadamente Jerusalem com capacidade registada de 176 MW e Monte Verde de 253 MW”, diz a empresa em comunicado. “A entrada em operação dos parques deverá ocorrer no início de 2024”.

A empresa liderada por Manso Neto nota que o “preço atribuído aos contratos de longo prazo foi de 94 reais brasileiros/MWh e 87 reais/MWh respetivamente, sendo que ambas as tarifas estão indexadas à inflação brasileira”.

Com estes novos contratos, a EDP Renováveis tem, atualmente, em construção e desenvolvimento cerca de 0,8 GW de projetos de energia eólica com inicio das operações esperado para 2018, 2023 e 2024, todos com contratos de longo prazo assegurados”.

“Com este resultado, o portefólio da EDP Renováveis no Brasil deverá alcançar 1,1 GW em 2024, reforçando a sua presença num mercado caracterizado por um perfil de baixo risco, através da execução de CAEs de longo prazo, um recurso renovável favorável e fortes perspetivas de crescimento no médio e longo prazo”, remata.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

EDP Renováveis reforça no Brasil. Vai construir mais dois parques eólicos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião