EDP ganha novo contrato. Bate todas a metas para os EUA

  • ECO
  • 4 Setembro 2018

Com mais este contrato, a EDP Renováveis já excede o objectivo de 1,8 GW de contratos de longo prazo de energia eólica para projectos a serem instalados no país até 2020

A EDP Renováveis conquistou mais um contrato de venda de energia. Depois do Brasil, agora foi nos EUA, país em que já excede o objetivo de 1,8 GW de contratos de longo prazo de energia eólica para projetos a serem instalados no país até 2020.

“A EDP Renováveis, através da sua subsidiária EDP Renewables North America LLC, estabeleceu um contrato adicional, para a venda de energia produzida pelo projeto eólico Broadlands. O CAE de longo prazo, de 50 MW, foi garantido com uma empresa do setor energético”, refere a empresa em comunicado enviado à CMVM.

“O projeto eólico Broadlands, está localizado no estado de Illinois, EUA, e tem início das operações previstas para 2019. Com este acordo, a EDP Renováveis aumenta a capacidade contratada do parque de 150 MW, como anunciado a 10 de maio, para 200 MW“, nota a empresa.

“Na sequência destes acordos, a EDP Renováveis já garantiu mais de 2,2 GW de CAEs nos EUA, excedendo o objetivo de 1,8 GW de contratos de longo prazo de energia eólica para projetos a serem instalados no país no período de 2016-2020. Desde o início do ano, a EDP Renováveis já garantiu mais de 1,2 GW de novos CAE nos EUA, contribuindo para a execução bem-sucedida da sua estratégia de crescimento”.

A empresa liderada por Manso Neto saliente que “com estes CAEs, a EDP Renováveis tem atualmente contratados mais de 3,8 GW de adições de capacidade global, excedendo a meta de 3,5 GW do Plano de Negócios para 2016-2020, conforme comunicado em maio de 2016, no Dia do Investidor do Grupo EDP”.

“O sucesso da EDP Renováveis em assegurar novos CAEs reforça o seu perfil de baixo risco e a sua estratégia de crescimento baseada no desenvolvimento de projetos competitivos com visibilidade de longo-prazo“, remata a empresa que tal como a EDP está a ser alvo da OPA da China Three Gorges.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

EDP ganha novo contrato. Bate todas a metas para os EUA

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião