Pedro Norton vai ser o novo presidente executivo da energética Finerge

  • Lusa
  • 17 Setembro 2018

Pedro Norton, antigo presidente executivo do grupo Impresa, vai manter-se como administrador não executivo na Fundação Calouste Gulbenkian.

O antigo presidente executivo do grupo Impresa, Pedro Norton, vai ser o novo ‘Chief Executive Officer’ (CEO) da Finerge, o segundo maior produtor de energia eólica em Portugal, foi anunciado esta segunda-feira.

Em comunicado, a Finerge adianta que Pedro Norton se irá manter como administrador não executivo na Fundação Calouste Gulbenkian, cargo que assumiu após deixar o grupo liderado por Francisco Pinto Balsemão, no ano passado. Na direção da Finerge mantêm-se Rui Neves e Eduardo Camino, respetivamente como ‘Chief Operating Officer’ (COO) e ‘Chief Financial Officer’ (CFO).

Licenciado em Gestão pela Universidade Católica Portuguesa, Pedro Norton, de 51 anos, e possui formação em ‘Television Management’ pela Boston University School of Communication. Completou ainda os Advanced Management Program da Kellogg School of Management e do INSEAD.

Pedro Norton iniciou a carreira profissional como analista no Banco de Investimentos ESSI, em setembro de 1990, e entrou no grupo Impresa em 1992, onde desempenhou diversas funções de direção e administração e assumiu, em 1 de outubro de 2012, as funções de presidente executivo do grupo, cargo no qual se manteve até 2016.

Ao longo da sua carreira foi ainda presidente da Associação Portuguesa de Comunicações (APDC), administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos e consultor de diversas empresas, tendo lecionado em várias universidades.

Estabelecida em Portugal desde 1996, a Finerge detém um portfólio de 889 Megawatts (MW) e assume-se como o segundo maior produtor de energia eólica em Portugal, depois da EDP Renováveis, com um investimento no país na ordem dos 1.300 milhões de euros.

A Finerge é detida na sua totalidade pelo grupo luxemburguês First State Investments, empresa que gere e investe os recursos de numerosos fundos de pensões europeus, australianos e do resto do mundo, e, segundo o comunicado, “pretende diversificar a sua produção com outas fontes de energia renováveis, como seja o solar fotovoltaico e as hídricas”.

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