Revista de imprensa internacional

A China acusa os EUA de "bullying comercial" no dia em que entram em vigor as novas tarifas. Ainda esta segunda-feira, o Airbnb quer transformar os anfitriões em acionistas da empresa.

Num dia marcado pelas tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo, a China acusa os Estados Unidos de “bullying comercial”. Ao mesmo tempo, vêm do Reino Unido novas esperanças de um acordo sobre o Brexit, mesmo depois de Theresa May ter colocado a hipótese de eleições antecipadas. Para além disso, o dia fica ainda marcado pela intenção do Airbnb em transformar os seus anfitriões em acionistas da empresa.

Secretário do Brexit confiante num acordo

Dominic Raab acredita que o Reino Unido fará progressos e que acabará por fechar um acordo sobre o Brexit com a União Europeia (UE). “Continuamos a negociar de boa-fé, estamos a tentar fechar o melhor negócio possível, mas estamos prontos para todas as eventualidade”, disse. “Estou confiante de que chegaremos lá”. Isto depois de Theresa May ter dito que começou a avaliar os planos de contingência para um eventual bloqueio nas negociações do Brexit, que incluem a marcação antecipada de eleições em novembro. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

China acusa EUA de “bullying comercial”

No dia em que entram em vigor as novas tarifas impostas por Donald Trump a 200 milhões em produtos chineses, a China acusa os Estados Unidos de praticarem “bullying comercial” e de intimidarem outros países para se submeterem à sua vontade, aplicando-lhes tarifas. Contudo, Pequim está disposto a retomar as negociações se estas forem “baseadas em respeito mútuo e igualdade”. Para os consumidores norte-americanos, as novas tarifas podem traduzir-se em preços mais altos para produtos chineses, desde aspiradores a equipamentos tecnológicos. Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

Airbnb quer que hosts se tornem acionistas

O Airbnb quer oferecer aos hosts a oportunidade de obterem uma participação no capital da plataforma de alojamento turístico. A empresa já terá enviado uma carta à Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos a pedir uma revisão da lei 701, que permite um novo tipo de acionistas. “Acreditamos que permitir que empresas privadas concedam participações (…) poderão aumentar ainda mais os incentivos entre essas empresas e os seus participantes, beneficiando ambos”. Leia a notícia completa no Tech Crunch (acesso livre, conteúdo em inglês)

Nestlé poderá vender participação na L’Oréal

A multinacional anunciou a intenção de vender o seu negócio de cuidados com a pele, uma decisão que alimenta rumores sobre a possível venda da sua participação de 23% na francesa L’Oréal, avaliada em 26 mil milhões de euros. De acordo com o CEO da Nestlé, Mark Schneider, “as oportunidades de crescimento da Nestlé Skin Health estão cada vez mais fora do alcance estratégico do grupo”. Em cima da mesa poderão estar uma venda ou até mesmo um possível IPO. Leia a notícia completa no Expansión (acesso livre, conteúdo em espanhol)

Gastos mundiais com marketing digital perto de 100 mil milhões

Os gastos com o marketing digital a nível mundial cresceram 44% nos Estados Unidos e no Reino Unido no ano passado, ascendendo a 52 mil milhões de dólares, de acordo com um estudo. A nível mundial, estima-se que esse valor se esteja a aproximar dos 100 mil milhões de dólares. “Claramente, os profissionais de marketing estão a tentar construir uma força interna e estão dispostos a gastar mais em tecnologia para continuarem competitivos”, disse o autor do estudo, Damian Ryan, da Moore Stephens. “A nossa pesquisa descobriu que esse orçamento é proveniente de gastos com media”. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

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