Web Summit lança fundo de 50 milhões de dólares. Quer investir em startups

Chama-se Amaranthine e tem como objetivo apoiar as startups nos restantes 362 dias do ano, explica Paddy Cosgrave, fundador do Web Summit.

Já não é só a maior conferência de tecnologia e empreendedorismo do mundo. Três anos depois de “aterrar” em Portugal, o Web Summit quer começar a investir em startups em cujos negócios acreditam. Em entrevista ao Financial Times [acesso condicionado], o fundador do evento, Paddy Cosgrave, anunciou que a organização vai lançar o fundo Amaranthine de 50 milhões de dólares (cerca de 44 milhões de euros) para poder continuar a ajudar algumas das mais prometedoras participantes no evento. Os documentos para a criação do fundo foram entregues ao regulador norte-americano, o SEC, em maio deste ano.

“Nós ajudamos algumas empresas de uma forma forte durante três dias. Mas, o que acontece nos outros 362 dias?”, questiona Paddy Cosgrave, justificando a decisão. Este ano, mais de 2.000 startups e cerca de 1.500 investidores participam no evento que arranca esta segunda-feira ao fim da tarde, em Lisboa.

O dinheiro do fundo, que será gerido por um ex-gestor do Golmdan Sachs e por um dos fundadores do evento, vai ter em conta os dados recolhidos sobre as startups que mais atenção recolhem dos investidores durante os dias do evento.

Criado em Dublin em 2010 e, com apenas poucas centenas de assistentes nessa época, o evento mudou-se para Lisboa em 2016 e, este ano, prevê reunir mais de 70 mil pessoas em Lisboa, que deverão ficar por Lisboa pelo menos até quinta-feira, 8 de novembro e último dia do evento.

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