Advogada da Morais Leitão certificada em data protection

Ana Isabel Seabra, advogada sénior da Morais Leitão recebeu recentemente a sua acreditação como Certified Privacy Professional/Europe e como Certified Information Privacy Manager.

Ana Isabel Seabra, advogada sénior da Morais Leitão recebeu recentemente a sua acreditação como Certified Privacy Professional/Europee como Certified Information Privacy Manager, um reconhecimento atribuído pela International Association of Privacy Professionals (IAPP).

A IAPP é a maior e mais abrangente associação de profissionais ligados ao tema da privacidade, tendo sido criada em 2000 com o propósito de ajudar os profissionais da área a progredir nas suas carreiras, oferecendo-lhes novos instrumentos de gestão e proteção de dados.

A IAPP assenta a sua formação na partilha e discussão das melhores práticas, tendências e temas sobre gestão da privacidade, sendo responsável pelos únicos programas de certificação reconhecidos em todo o mundo.

Estas certificações foram atribuídas após a frequência de um curso de formação avançada, e qualificam quem as realiza, com sucesso, como especialista em Proteção de Dados e data governance.

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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