Carga fiscal em Portugal sobe, mas continua abaixo da média da UE

O peso dos impostos na economia nacional aumentou para 36,9% em 2017. Acompanhou a tendência registada tanto na Zona Euro como na União Europeia.

A carga fiscal em Portugal aumentou no ano passado. De 36,6% em 2016 passou para 36,9% do PIB, um aumento que acompanhou o que se verificou a nível europeu. Acelerou tanto na Zona Euro como na União Europeia, sendo que Portugal manteve-se abaixo da média de ambos.

De acordo com o Eurostat, enquanto na Zona Euro o “rácio entre impostos e PIB, que agrega todas as taxas e as contribuições sociais em função da riqueza gerada anualmente, foi de 41,4% (acima dos 41,2% em 2016), na União Europeia foi de 40,2%. No conjunto dos 28 houve “um aumento face aos 39,9% de 2016”.

Este aumento é normal, tendo em conta que a economia cresceu. Em Portugal também aumentou, sendo um dos 15 países em que se assistiu a essa evolução. O aumento foi, no entanto, ligeiro quando comparado com os registados em Chipre (32,9% para 34%), Luxemburgo (39,4% para 40,3%) e Eslováquia (32,4% para 33,2%).

Hungria, Roménia e Estónia destacaram-se na redução da carga fiscal, sendo que entre estes três países destaca-se a Roménia que passou a ser o segundo país da UE com o menor peso da fiscalidade em função do PIB. Menos só mesmo a Irlanda, com uma carga fiscal de 23,5%. Em contraste, no topo surgem França, Bélgica e Dinamarca, com taxas de 48,4$, 47,3% e 46,5%, respetivamente.

(Notícia atualizada às 12h53 com mais informação)

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