Dois anos depois, inquérito à CGD continua sem arguidos

  • ECO
  • 2 Janeiro 2019

A rocuradoria-Geral da República diz que "o inquérito em que se investigam factos relacionados com a CGD encontra-se em investigação". Não há arguidos constituídos.

O Ministério Público abriu um inquérito aos maiores devedores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) por suspeitas de gestão danosa na atribuição de financiamentos, mas dois anos depois o processo continua sem arguidos, revela o Correio da Manhã (acesso pago).

A Procuradoria-Geral da República revela ao diário que “o inquérito em que se investigam factos relacionados com a CGD encontra-se em investigação” e que “não tem arguidos constituídos”.

Na base do inquérito estão suspeitas de gestão danosa na atribuição de financiamentos concedidos a empresas e particulares sem garantias que ditaram avultadas perdas para o banco público. O valor aproximado desses financiamentos ascende a cerca de 2,5 mil milhões de euros.

A lista com os 100 maiores devedores do banco estatal, considerada fulcral para a investigação, foi entregue por António Domingues, o antigo presidente-executivo da CGD que preparou o plano de reestruturação e recapitalização do banco, em dezembro de 2016.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história e às newsletters ECO Insider e Novo Normal.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Dois anos depois, inquérito à CGD continua sem arguidos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião