Hoje nas notícias: Santa Casa, MAI e europeias

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A queda do Banco Espírito Santo pode custar dois milhões de euros à Santa Casa, que deverá surgir na lista de credores no processo de liquidação do banco. No Partido Socialista está na altura de tomar decisões, e parece que o ministro Pedro Marques estará na linha da frente para encabeçar a lista do PS nas eleições europeias. Já no ministério da Administração Interna, os processos dos refugiados entregues pelo SEF demoram meses para ser aprovados. O plano que define os investimentos do país para os próximos anos deverá ser suportado em 18% pelo Orçamento de Estado. Veja estas e outras notícias que marcam as manchetes nacionais.

Santa Casa arrisca perder dois milhões com colapso do BES

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa arrisca perder dois milhões de euros com a falência do BES. A entidade é uma das “lesadas” do banco que colapsou em 2014, tendo sido prejudicada por um investimento em obrigações que foram retransferidas pelo Banco de Portugal do Novo Banco para o banco mau em 2015. O fundo de pensões da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa surgirá na lista de credores no processo de liquidação do BES, mas não é ainda uma credora reconhecida, dado que a listagem final de credores só será feita em março.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Pedro Marques pode liderar PS nas europeias

Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, está a ganhar terreno enquanto líder da lista do Partido Socialista para o Parlamento Europeu, cujas eleições decorrem de 23 a 26 de maio deste ano. A decisão ainda não está tomada, e encontram-se também na corrida Augusto Santos Silva e Maria Manuel Leitão Marques. O anúncio oficial será feito por António Costa a 16 de fevereiro, na convenção europeia do PS.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

MAI deixou dezenas de refugiados sem estatuto por meses

Depois de receber o parecer favorável do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, os refugiados que chegam a Portugal necessitam ainda da luz verde do ministério da Administração Interna (MAI) para receber documentos. Foram dezenas aqueles que tiveram de esperar meses para que a aprovação do MAI chegasse, e algumas instituições de acolhimento dão conta de que ainda existem vários processos pendentes. O prazo previsto para a assinatura do ministro num parecer entregue pelo SEF, segundo a lei do Asilo, é de oito dias.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Estado entra com 18% em plano de investimentos

O Programa Nacional de Investimentos 2030 contempla 72 projetos, no valor de quase 22 mil milhões de euros. Deste pacote financeiro, o Estado deve suportar 18%, ou seja 3.959 milhões de euros do Orçamento de Estado. Outros 60% ficarão a cargo do setor privado, com cerca de 7.500 milhões de euros, e dos fundos europeus, responsáveis por aproximadamente 5.750 milhões de euros. A contribuir para cobrir os custos do investimento encontra-se também o Setor Empresarial do Estado e o Fundo Ambiental.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Estado não perdoa multas a ambulâncias com doentes urgentes

Os veículos de socorro que quebraram o limite de velocidade não deverão ver as multas perdoadas. As regras mudaram no ano passado, quando passou a ser obrigatório a identificação dos condutores destes veículos, sendo que era apenas necessário justificar a situação à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR). Agora, a ANR tem recusado as justificações apresentadas. Os bombeiros receberam centenas de notificações por excesso de velocidade.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (ligação indisponível).

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