Direto Centeno pediu à Caixa para ser assistente e acompanhar de perto investigação da PGR

A auditoria da EY conclui que a CGD emprestou dinheiro a grandes devedores sem respeitar as regras de concessão de crédito. Os resultados desta análise são agora discutidos no Parlamento.

A semana ficou marcada pela divulgação de uma versão preliminar da auditoria que a consultora EY à gestão que foi feita na Caixa Geral de Depósitos (CGD) no período de 2000 a 2015. O relatório que foi conhecido ainda não é o final, que terá várias alterações, mas permite já ficar com uma ideia daquilo que se passou ao longo destes 15 anos: o banco público emprestou dinheiro a grandes devedores sem respeitar as regras de concessão de crédito e ignorando, por várias vezes, os pareceres desfavoráveis que eram emitidos pela Direção Global de Risco.

O resultado destas práticas começa agora a ser conhecido: neste período, a Caixa reconheceu perdas de quase 1.200 milhões de euros, num conjunto de 46 financiamentos a grandes clientes, nos quais não foram cumpridas as normas de concessão de crédito.

É perante estas informações que o Parlamento discute, esta quinta-feira, a situação da Caixa, num debate de atualidade requerido pelo CDS-PP. A auditoria à CGD, entretanto já pedida novamente pelos deputados — até agora, a CGD recusou sempre enviar este relatório ao Parlamento –, deverá marcar este debate.

Acompanhe aqui, ao minuto, o debate sobre a gestão do banco público.

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