Privados suspendem acordo com ADSE

  • ECO
  • 6 Fevereiro 2019

Entre os grupos privados que vão romper o acordo com a ADSE encontra-se a José de Mello Saúde e a Luz Saúde. A cisão deverá acontecer a partir de abril.

Os grupos privados da saúde vão suspender o acordo com a ADSE, o subsistema de saúde dos funcionários públicos. Entre aqueles que vão romper encontram-se a José de Mello Saúde e a Luz Saúde, avança o Expresso (acesso livre). A cisão deve acontecer no mês de abril.

A partir dessa altura, os beneficiários da ADSE terão de pagar a totalidade dos cuidados prestados nas unidades geridas pelos grupos que deixarem de aderir ao acordo, podendo depois pedir o reembolso à entidade. Quanto aos tratamentos já em curso, e as consultas ou cirurgias agendadas e marcadas vão ser cobradas ainda tendo em conta os acordos feitos anteriormente.

Em causa está a última exigência da ADSE a hospitais e clínicos privados, de 38 milhões de euros, por aquilo que esta considera excessos de faturação em 2015 e 2016. Já na altura, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada indicou que alguns prestadores admitiam deixar de ter convenção com a ADSE.

Contactado pelo ECO, João Proença, presidente do Conselho Geral e de Supervisão da ADSE, indica que apenas irá comentar quando os grupos formalizarem a sua decisão. Já o Ministério da Saúde também contactado pelo ECO disse optou por não fazer mais comentários.

O Grupo Hospitalar Particular do Algarve e o Grupo Trofa Saúde também devem romper com o acordo, adianta o Expresso, devido à “intransigência” da instituição. A decisão será tomada individualmente por cada grupo.

(Notícia atualizada às 19h50 com a resposta do Ministério da Saúde)

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