Mota-Engil põe Lisboa em máximos de cinco meses. Impresa dispara 7%

A bolsa nacional destacou-se com o melhor registo a nível europeu, com o PSI-20 a avançar 1% até máximos de 1 de outubro. Jerónimo Martins e Mota-Engil puxaram pelo índice.

A bolsa nacional entrou no mês de março com o pé direito. O PSI-20 liderou na Europa, com uma subida de 1%, para um novo máximo de cinco meses. O índice bolsista nacional foi impulsionado pela Mota-Engil que disparou 6%. Fora do PSI-20, a Impresa também registou uma forte subida, de quase 7%, apoiada pelo “efeito Cristina”.

O PSI-20 encerrou a ganhar 1,02%, para os 5.238,54 pontos, para máximos de 1 de outubro, com apenas dois títulos no vermelho: a Pharol (-0,52%, para 19,10 cêntimos) e a Semapa (-0,13%, para 15,32 euros).

A Mota-Engil foi o grande destaque do índice bolsista de referência, com as respetivas ações a dispararem 5,96%, para os 2,135 euros, um máximo de mais de cinco meses (27 de setembro).

Mota-Engil em máximos de cinco meses

Esse avanço acontece depois de nesta sexta-feira antes da abertura do mercado a construtora liderada por Gonçalo Moura Martins ter revelado que os resultados líquidos do ano passado multiplicaram por 12, levando-a a voltar ao pagamento de dividendos.

Os seus lucros ascenderam a 24 milhões de euros em 2018, sendo que pelo menos metade desse valor vai ser entregue aos acionistas.

A puxar pelo desempenho da praça lisboeta esteve também a Jerónimo Martins. Os títulos da retalhista valorizaram 2,11%, para os 13,53 euros.

Outros seis títulos do PSI-20 terminaram a sessão com ganhos acima de 1%. Foi o que aconteceu com o BCP, cujas ações somaram 1,04%, para os 24,35 cêntimos, ajudando a impulsionar o índice lisboeta.

Outro grande destaque da sessão está fora do PSI-20. Em causa a Impresa, cujas ações dispararam 6,62%, para os 24,95 cêntimos, estendendo para 85% os ganhos acumulados em bola desde o início do ano. Esse registo acontece depois de na quinta-feira, o grupo de media ter anunciado que passou de prejuízos a lucros no ano passado. O título foi ainda animado pelo “efeito Cristina”, depois de se saber que em fevereiro, e após 12 anos e meio atrás da TVI, a SIC liderou as audiências televisivas. A SIC registou audiências mensais de 18,6%, superando a TVI por uma décima.

(Notícia atualizada às 17h00 com mais informação)

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