Seguradoras Unidas salta de prejuízo para lucro de 50,6 milhões

  • ECO Seguros
  • 6 Maio 2019

O grupo Seguradoras Unidas, que junta a Tranquilidade (ex-BES), Açoreana (ex-Banif) e Logo, obteve, no último ano, um lucro de 50,6 milhões de euros

“O lucro líquido registado em 2018 reflete uma melhoria do desempenho comercial, das margens técnicas, dos níveis de eficiência e dos resultados financeiros da companhia”, refere a informação divulgada pelo grupo, e que pertence ao fundo norte-americano Apollo.

Os resultados da seguradora progrediram significativamente, já que os 50,6 milhões de euros apurados no último ano contrastam vivamente com os 41,7 milhões de euros de prejuízos averbados no exercício de 2017.

A Seguradoras Unidas atingiu, no último ano, um volume total de prémios de 800 milhões de euros, o que mostra um crescimento de 9,6% face a 2017. Do total, 746 milhões de euros provêm da área não-vida, onde a taxa de sinistralidade baixou para 69,7%, menos 9,5 pontos percentuais. No ramo vida os prémios ascenderam a cerca de 54 milhões de euros.

“Este crescimento superior à média do mercado, que se situou nos 7,5%, permitiu à Seguradoras Unidas aumentar a sua quota de mercado não vida para 15,5% (+ 0,3 pontos percentuais vs 2017), em linha com a estratégia e os objetivos definidos”, refere o documento da seguradora.

A empresa assinala ainda que “o exercício de 2018 foi marcado pela conclusão com sucesso da integração entre a Tranquilidade e a Açoreana, que constituiu um marco no mercado, não só pelo curto prazo em que ocorreu (18 meses), mas também pelo facto de a companhia ter conseguido manter elevados níveis de retenção de negócio e de fidelização da rede de distribuição, que asseguraram crescimento e ganho de quota de mercado.

A Seguradoras Unidas sente que “está agora muito bem posicionada para acelerar o desempenho nos próximos anos e irá continuar a investir na inovação da oferta, na melhoria dos níveis de serviço e na simplificação dos processos, com o objetivo de fortalecer a sua posição no setor segurador e de manter o foco no crescimento e rentabilidade”.

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