Novo Banco cede três obras de pintura ao Palácio de Belém
O Novo Banco já colocou em exposição permanente, desde janeiro, 33 obras, espalhadas por um total de 18 museus em várias regiões de norte a sul do país.
O Novo Banco vai abrir mão de três obras que fazem parte da sua coleção de pintura. Os quadros, dois do pintor Eduardo Viana e uma de D. Carlos de Bragança, vão diretamente para o Palácio de Belém. O banco assinou esta terça-feira um protocolo com a Secretaria-Geral da Presidência da República (Palácio de Belém) para a cedência destas pinturas.
Da autoria de Eduardo Viana, estão em causa as obras “Paisagem de Sintra” e “Paisagem Algarvia”, enquanto de D. Carlos de Bragança trata-se da pintura intitulada “Marinha”. As três vão ficar em exposição no Gabinete de Audiência do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, avança o Novo Banco em comunicado.
Percorra a fotogaleria e saiba de que pinturas se trata:
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Eduardo Viana (1881-1967). Paisagem de Sintra, 1925. Novo Banco -
Eduardo Viana (1881-1967). Paisagem Algarvia, 1925. Novo Banco -
Rei D. Carlos de Bragança (1863-1908). Marinha, 1904. Novo Banco
Com este protocolo — que se enquadra no contrato ente o Novo Banco e o Estado português, através do Ministério da Cultura, para divulgar e partilhar o património cultural e artístico da instituição financeira — “desde janeiro são já as 33 obras de grande relevo artístico colocadas em exposição permanente em 18 museus de várias regiões do país”, lê-se em comunicado. Castelo Branco, Setúbal, Caldas da Rainha, Lisboa, Torres Novas, Madeira, Beja ou Faro são algumas das regiões que já receberam as obras do Novo Banco.
Também pode consultar o património do banco sem sair de casa. Basta aceder à plataforma que agrega o património cultural e artístico do Banco. Aí, “é possível ter acesso a informação detalhada sobre as quatro coleções do Novo Banco: fotografia contemporânea, pintura, numismática e a biblioteca de Estudos Humanísticos”, explica a instituição.
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