LOGO lança campanha

  • ECO Seguros
  • 15 Maio 2019

O seguro do carro sai pelo preço de um corte de cabelo por mês e é fácil e rápido escolher um produto da LOGO. Estas são ideias centrais da nova campanha da marca.

A LOGO apresentou a sua mais recente campanha publicitária, a qual vai passar em diferentes plataformas: televisão, exterior, digital e cinema. A seguradora acentua, fazendo jus à sua assinatura (“Simples. Rápido. Feito”), a facilidade em escolher um dos seus produtos, entre as várias opções que oferece às diferentes necessidades dos segurados.
«Quisemos lançar uma campanha distintiva com uma garantia: Feito Logo em poucos minutos no site ou na app. E um desafio: Quando vai fazer o seu?» afirma João Madureira Pinto, diretor de Negócio Directo da marca.
Dois dos canais de venda sugeridos são digitais (site e app), sendo também o terceiro um canal de grande mobilidade. Além de evidenciar a simplicidade de contratar um seguro, a campanha faz também propostas de valor: “seguro do carro pelo preço de um corte de cabelo por mês”. A campanha foi desenhada pela agência Kayak.
A Logo é uma marca da Seguradoras Unidas, a qual resulta da resultante da fusão por incorporação na Companhia de Seguros Tranquilidade, das companhias de seguros por esta detidas a 100%, a T-Vida, Companhia de Seguros (constituída em julho de 2006), a Seguros LOGO (constituída em dezembro de 2007) e a Açoreana Seguros (adquirida em 5 de agosto de 2016). Ao mesmo tempo a Tranquilidade alterou a sua designação para Seguradoras Unidas, tendo a seguradora decidido manter ativas as marcas Tranquilidade, Açoreana e LOGO.
No último exercício a Seguradora Unidas tinha uma carteira de prémios brutos emitidos no Ramo Vida no valor de 53,4 milhões de euros, um ligeiro decréscimo face ao final do exercício anterior. No Ramo Não Vida, o valor dos prémios brutos emitidos ascende a perto de 751 milhões de euros. A seguradora passou de um resultado líquido negativo de 41,7 milhões de euros em 2017 para um lucro de 50,6 milhões de euros.
A Seguradoras Unidas é detida pelo Fundo Apollo, que comprou o grupo Tranquilidade ao Novo Banco em 2015, um negócio que terá envolvido 215 milhões de euros, dos quais 50 milhões em dinheiro e 150 milhões para reforçar os capitais da instituição.
Entretanto, o fundo norte-americano dispõe-se a vender a Tranquilidade, havendo já contactos com potenciais investidores, podendo a venda concretizar-se no próximo ano.

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Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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