Série 3 cresceu. Está mais imponente

As linhas estão lá. Apesar de ser um modelo completamente novo, o Série 3 faz-se notar. Está maior, mais imponente e cheio de tecnologia.

Há automóveis familiares, depois há automóveis capazes de levar a família a passear mas que são perfeitos para um encontro a dois: carro e condutor. E a BMW sabe bem como fazê-los. Prova disso mesmo é o novo Série 3. Traz conforto para cinco, mas também uma boa dose de adrenalina para brindar quem procura mais emoção com o volante entre mãos. Tudo numa uma roupagem entre o executivo e o desportivo.

São inegáveis as qualidades de familiar do porta-estandarte da marca da Baviera. A berlina está maior em praticamente todos os sentidos, exceto na altura. No exterior, percebe-se isso mesmo pela forma como o 3 assenta no asfalto. Tornou-o mais imponente na estrada, sensação para a qual contribui o desenho da dianteira, com as óticas mais esguias, inspiradas no 5, e um duplo rim maior, mais dominante.

O crescimento só 3 faz-se notar também quando se entra no habitáculo. Além do conforto a que a marca já habituou os seus clientes, que sente tanto através dos bancos como dos materiais de topo que utilizou seja no tablier, seja nas quartelas das portas, há mais espaço. Nem à frente nem atrás se podem queixar. Não há luta de ombros. Na bagageira há 480 litros para encher.

Quem está ao volante consegue ter mais facilmente ter essa perceção de que o 3 está mais largo. Especialmente porque se nota logo o tablier mais alongado que permite uma melhor integração do sistema de infoentretenimento ao centro. Mais “16:9”, com um ecrã de 10,3 polegadas que tanto pode ser operado com o joystick junto à caixa de velocidades como por toque ou mesmo apenas por gestos. É à escolha.

Atrás do volante, optando pelo BMW Live Cockpit Professional, o painel de instrumentos passa a digital, com um ecrã de 12,3 polegadas completamente configurável. Tem tudo o que o condutor precisa, sendo o seu look dinâmico em função do modo de condução selecionado. Com o Pack M, um extra que custa uns bons milhares de euros (mas que é um must), optar pelo Sport Plus faz o painel passar de um modo civilizado para um que pede um circuito fechado.

Armada diesel, potência a gasolina

Explorada a tecnologia a bordo, feitos todos os ajustes ao banco e ao próprio volante, é altura de dar vida ao que não se vê, mas que nos BMW se sente sempre. Botão de Start e liga-se uma panóplia de motores, desde os diesel, com o 318d de 150 cv e o 320d de 190 cv, até ao 330d com uns potentes 265 cv, até à gasolina, ainda representado apenas pelo 330i, mas que se revela um excelente embaixador. Enquanto não chega o 340i nem o M3, é a “máquina” para aqueles condutores que se arrepiam com o ronco que sai dos escapes.

São 258 cv que tanto passam despercebidos no meio do trânsito citadino, permitindo ultrapassar o pára-arranca com suavidade, como em Sport, e ainda mais em Sport Plus, se fazem ouvir ao mais suave toque no acelerador. É rápido. Muito rápido. Faz os 0 aos 100 km/h em 5,8 segundos, mas mais impressionantes são as recuperações. É o suficiente para “colar” ao banco.

As passagens de caixa são rápidas, aumentando a sensação de “comer” asfalto. A direito parece uma flecha, mas mais impressionante é nas curvas e contra-curvas. A distribuição de peso perfeita (50-50) permite pôr o carro onde se quer em cada curva, parecendo que estamos a andar sob carris. Isto se não desligarmos o ESP. Aí, a diversão a dois aumenta. É uma berlina familiar de grandes dimensões, mas nem parece. É fácil controlar os excessos. E pura diversão que se paga com consumos menos simpáticos. Quando não se exagera facilmente faz menos de 8 litros.

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