Revista de imprensa internacional

A Inditex investiu mais de nove milhões de euros nos últimos seis anos. No setor tecnológico, a Microsoft vai inaugurar a sua primeira loja na Europa.

A Inditex tem “aberto os cordões à bolsa”, sem medo de investir, sobretudo em tecnologia. Nos últimos seis anos, o grupo espanhol investiu mais de nove milhões de euros. Passando para o ramo tecnológico, a Microsoft vai inaugurar, esta quinta-feira, a sua primeira loja na Europa. Já os Estados Unidos anunciaram o início de uma investigação contra a França sobre o imposto que os franceses pretendem aplicar às grandes tecnológicas.

Expansión

Inditex investiu 9.400 milhões em seis anos

Nos últimos seis anos, a Inditex, dona de lojas como a Zara, Massimo Dutti ou Uterqüe, investiu um total de 9.400 milhões de euros. “As nossas lojas anteciparam as novas necessidades dos clientes. São espaços maiores, mais tecnológicos e mais inteligentes”, afirma Pablo Isla, presidente da grupo espanhol. Dois dos mais de nove milhões de euros investidos dizem respeito a inovação em tecnologia e logística, como a introdução de 250 mil dispositivos digitais nas lojas ou o desenvolvimento de pontos automáticos de recolha de pedidos online em loja.

Leia a notícia completa em Expansión (acesso livre, conteúdo em espanhol).

The Guardian

Microsoft abre primeira loja europeia

A Microsoft está prestes a abrir a sua primeira loja europeia. O local escolhido foi a Oxford Street, bem no centro de Londres. São mais de 22 mil metros quadrados, três andares e “paredes de vídeo imersivas”. Há um carro McLaren Senna personalizado com um simulador de direção Xbox, um salão de jogos e, ainda, um centro comunitário de educação, onde as crianças podem aprender código. Foram contratados 150 colaboradores, que se juntam, agora, às cinco mil pessoas que a Microsoft já empregava no Reino Unido.

Leia a notícia completa em The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês).

The New York Times

EUA investigam negócios do Deutsche Bank com fundo malaio 1MDB

O escândalo que envolveu o fundo 1Malaysia Development Berhad (1MDB) — um fundo de investimento estatal envolvido num caso de branqueamento de capitais — está a ameaçar implicar mais uma enorme instituição financeira global, o Deutsche Bank. O departamento norte-americano da Justiça quer saber se o banco alemão violou a legislação dos Estados Unidos sobre corrupção por empresas estrangeiras ou as leis de combate à lavagem de dinheiro quando da sua colaboração com o 1MDB. Uma investigação que surge quando o Deutsche Bank está envolvido num profundo plano de reestruturação.

Leia a notícia completa em The New York Times (acesso livre, conteúdo em inglês).

France 24

EUA investigam imposto francês. França considera “inapropriado”

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, ordenou uma investigação sobre o imposto que a França pretende aplicar às grandes empresas de internet, dizendo que, a ser aprovado, o país atingirá “injustamente” tecnológicas americanas. Em causa está a possível aplicação do chamado imposto “GAFA” (Google, Amazon, Facebook e Apple) para taxar em 3% as atividades digitais que obtenham lucros através dos utilizadores franceses. Algo que, para a França, é “compatível” com os acordos internacionais. “Os países são soberanos em matéria de impostos. Para nós, é inapropriado usar um instrumento comercial para atacar um Estado soberano”, disse o Ministério das Finanças francês. O imposto será votado pelo Senado francês esta quinta-feira.

Leia a notícia completa em France 24 (acesso livre, conteúdo em inglês).

BBC

Barcos iranianos tentam intercetar petroleiro britânico

Cinco navios alegadamente pertencentes à Guarda Revolucionária Iraniana aproximaram-se, no Golfo, de um petroleiro britânico e pediram que este parasse em águas iranianas próximas. Os barcos iranianos acabaram, contudo, por se retirar após a advertência de um navio de guerra do Reino Unido. De acordo com os oficiais, o incidente aconteceu quando um petroleiro British Heritage se encontrava na entrada norte do Estreito de Ormuz. “O HMS Montrose da Marinha Real Britânica, que também estava lá, apontou as suas armas aos navios e avisou-os via rádio, acabando estes por dispersar”, disse um dos oficiais. “Foi assédio e uma tentativa de interferir com a passagem”, afirmou outro oficial.

Leia a notícia completa em BBC (acesso livre, conteúdo em inglês).

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