ADSE. Beneficiários “não serão prejudicados” nos copagamentos com novas tabelas

O Conselho Geral e de Supervisão avaliou o documento provisório com as novas tabelas de preços da ADSE. A proposta final deverá chegar até meados de dezembro.

Os beneficiários da ADSE “podem ficar descansados” de que não serão prejudicados pela percentagem dos copagamentos na nova tabela. A garantia é dada por José Abraão, secretário-geral da Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP) e membro do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) do subsistema de saúde dos funcionários públicos.

O CGS reuniu nesta quinta-feira para discutir o documento provisório entregue pelo Conselho Diretivo, que define já alguns dos preços na tabela para o regime convencionado. José Abraão indica ao ECO que “não há razão para preocupação” por parte dos beneficiários, mas deixa a ressalva de que “o melhor é aguardar pela tabela” definitiva.

A ADSE já enviou o documento de trabalho aos prestadores privados, sendo que se seguem discussões, das quais irá resultar a proposta final. O CGS espera que esta chegue “rápido”, mas o prazo em vista será meados de dezembro, segundo avança José Abraão. Tendo o documento final o conselho irá então emitir um parecer oficial.

Ainda no que diz respeito aos novos preços, o CGS recomenda ao conselho diretivo que “promova uma campanha de informação, porque não há motivo de alarme relativamente às novas tabelas”. “Já se paga 3,5%” do rendimento, recorda o representante da Fesap, reiterando que um aumento seria “demais”.

Já quanto ao financiamento dos medicamentos de oncologia, que tem sido largamente discutido nos últimos dias, depois de ser conhecido que o processo iria mudar, José Abraão assegura, novamente, que não “há, neste momento, motivo de preocupação”. Passará a existir um maior controlo, mas o nível de apoio será mantido, repara.

Na reunião desta quinta-feira houve ainda espaço para discutir os atrasos nos reembolsos aos beneficiários, que se têm verificado devido à falta de pessoal. Para colmatar este problema foi já anunciado um concurso, mas este “demorará sempre”. Por isso, estão a recorrer a serviços externos, enquanto não se conclui a contratação de mais trabalhadores.

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