Quem se destaca nas relações com os investidores nestes IRGAwards?

São quatro os nomeados para melhor Investor Relations Officer, na iniciativa promovida pela Deloitte. Na lista estão os profissionais da EDP, do BCP, da Jerónimo Martins e da Corticeira Amorim.

A Deloitte volta este ano a premiar os melhores desempenhos no mercado financeiro português, naquela que é já a 32.ª edição dos Investor Relations & Governance Awards. Serão atribuídos sete prémios, sendo que um deles distingue o melhor Investor Relations Officer. A lista de nomeados, já conhecida, cresceu em relação ao ano passado.

No ano passado, o prémio foi atribuído a Otelo Ruivo, da Galp Energia. Na altura, a lista de nomeados era composta por mais dois profissionais, da Jerónimo Martins e do Banco Comercial Português (BCP), que voltam a figurar na edição deste ano. De três passam para quatro os nomeados para melhor Investor Relations Officer.

Ana Negrais de Matos, da Corticeira Amorim, é uma das novidades em relação ao ano passado. É responsável pela pasta das relações com os investidores no grupo desde setembro de 2017. Anteriormente, Ana Negrais de Matos passou pelo BPI, onde foi responsável por áreas como gestão de ativos e vendas internacionais, e também pela Morgan Stanley.

Entre os nomeados encontra-se também Cláudia Falcão, representante para as relações com o mercado e responsável pelo gabinete de relações com investidores da Jerónimo Martins. A profissional, licenciada na Universidade Católica Portuguesa, figurou já na lista de nomeados da edição anterior.

Pingo Doce, uma das marcas da Jerónimo Martins.DR

Há um novo nome e empresa em relação ao ano passado. É Miguel Viana, da EDP, que é responsável pela área das relações com os investidores desde 2006. Antes disso, o seu percurso foi marcado pela banca, tendo passado por instituições como o Banco Finantia, o BBVA e o Santander Investment.

A lista fica completa com Rui Coimbra, que tinha já sido nomeado na edição passada destes prémios. O profissional assumiu a pasta das relações com os investidores no BCP em 2011, quase dez anos depois de ter ingressado no banco. Antes de trabalhar na banca, Rui Coimbra foi secretário de Estado do Orçamento no Executivo de António Guterres.

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