Ministério do Ambiente só mantém João Galamba que é promovido a número dois

Numa remodelação quase completa, o ministro do Ambiente mudou três dos secretários de Estado com que terminou a legislatura. Só fica João Galamba, que é promovido a secretário de Estado Adjunto.

O ministro do Ambiente fez uma remodelação profunda na sua equipa para a próxima legislatura, promovendo João Galamba a seu número dois, e mudando os restantes três secretários de Estado. Só um deles continua no Governo, José Gomes Mendes, que passará para o Ministério do Planeamento, liderado por Nelson de Souza.

João Galamba é o único secretário de Estado que se irá manter em funções na mudança de legislatura no Ministério do Ambiente, que passará agora a ter também a pasta da Ação Climática. O até aqui secretário de Estado da Energia mantém a pasta e passa também a ser Adjunto, o que lhe confere basicamente o lugar de número dois de João Pedro Matos Fernandos.

Nas restantes três Secretarias de Estado, há uma autêntica revolução. Inês dos Santos Costa vai substituir João Ataíde (que sai do Governo) na Secretaria de Estado do Ambiente. Doutorada em Engenharia do Ambiente, Inês Costa foi adjunta do Ministro do Ambiente entre 2016 e 2018, passando agora a secretária de Estado.

Eduardo Nuno Rodrigues e Pinheiro substitui José Gomes Mendes como secretário de Estado da Mobilidade, que por sua vez passará a ser a ser secretário de Estado do Planeamento. Eduardo Pinheiro é licenciado em Sociologia e foi vice-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, presidente da Assembleia Geral do Metro do Porto e vice-presidente do Conselho de Administração da Agência de Energia do Porto.

Como já era conhecido, João Paulo Catarino será secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, ganhando a pasta das Florestas face à Secretaria de Estado que era liderada por Célia Ramos, e que também abandona o Governo.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ministério do Ambiente só mantém João Galamba que é promovido a número dois

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião