Apple e Boeing suportam ganhos em Wall Street

Os principas índices bolsistas dos EUA encerraram em terreno positivo, numa sessão marcada pela apresentação de resultados empresariais fracos, mas com a Apple e a Boeing a sobressaírem pela positiva.

As ações norte-americanas terminaram a sessão em alta, impulsionadas pela Apple e pela Boeing, com os ganhos das respetivas ações a compensarem os resultados fracos apresentados por outras cotadas de Wall Street.

O Dow Jones avançou 0,17%, para os 26.834,52 pontos, enquanto o S&P 500 somou 0,28%, para os 3.004,52 pontos. Por sua vez, o Nasdaq ganhou 0,19% para os 8.120,1 pontos.

O dia foi marcado pela divulgação de resultados empresariais fracos, nomeadamente da Caterpillar e da Texas Instruments, que fizeram emergir os receios dos investidores face ao impacto da guerra comercial no crescimento da economia dos EUA.

As ações da Texas Instruments derraparam 7,5%, depois de a empresa reviu em baixa as suas estimativas de receitas para o atual trimestre. Já os títulos da Caterpillar conseguiram recuperar face às perdas do início da sessão, encerrando com ganhos de 1,2%, apesar de a empresa ter cortado a previsão para os seus lucros do ano, justificando-o com a fraca procura chinesa.

A puxar por Wall Street estiveram as ações da Apple, que somaram 1,34% depois de a Morgan Stanley ter dito que a fabricante do iPhone vai lançar em breve um serviço de streaming de vídeo, o Apple TV+, que poderá impulsionar as respetivas receitas.

Já os títulos da Boeing avançaram 1%, no dia em que a fabricante de aviões reportou uma queda acentuada nas receitas no terceiro trimestre, devido à paralisação de seu 737 MAX, mas em que também disse esperar voltar a fazer descolar aquele modelo de aviões antes do fim do ano.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Apple e Boeing suportam ganhos em Wall Street

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião